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Política

TSE condena Claúdio Castro e o declara inelegível por 8 anos

Julgamento foi finalizado um dia depois de político deixar cargo

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL) | Foto: Rafael Campos/ Gov. RJ
Ex-governador Cláudio Castro (PL) pretendia disputar o Senado | Foto: Rafael Campos/ Gov. RJ

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou, nesta terça-feira, 24, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) e o tornou inelegível por oito anos, contados a partir de 2022.

Castro deixou o governo fluminense nesta segunda-feira, 23. Nas eleições gerais deste ano, ele pretendia disputar uma vaga no Senado.

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O placar final do julgamento ficou em cinco favoráveis ao reconhecimento das práticas de crimes eleitorais de abuso de poder político e econômico. No julgamento, apenas dois foram votos contrários.

A maioria dos ministros seguiu a relatora, ministra Isabel Gallotti. Já os ministros Kassio Nunes Marques e André Mendonça divergiram. Eles entenderam que provas apresentadas não foram suficientes para comprovar os crimes que envolvem o ex-governador.

Leia também: “Novo governador do RJ se diz despreparado para o cargo”

O TSE ainda aplicou a penalidade do pagamento de multa, no patarmar máximo de R$ 100 mil, para Castro e Rodrigo Bacellar (MDB), ex-vice e deputado estadual afastado.

Com a inelegibilidade aplicada a partir de 2022, Castro não poderá concorrer a cargos eletivos até 2030.

A Corte Eleitoral também determinou a realização de novas eleições para os cargos majoritários.

Oeste tenta contato com a defesa do ex-governador para se manifestar sobre o resultado do julgamento.

Acusação contra Cláudio Castro

Os ministros do TSE retomam nesta terça-feira o julgamento de dois recursos contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro que absolveu a chapa de Cláudio Castro por abuso de poder econômico e político.

Segundo a acusação do Ministério Público Eleitoral, a chapa de Castro praticou irregularidades em contratações na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro e na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

A relatora original do caso, ministra Isabel Gallotti, votou pela cassação do diploma e pela declaração de inelegibilidade dos políticos.

Leia também: “Sem mandato, como fica situação de Castro diante do julgamento no TSE”

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2 comentários
  1. Andre Luiz Rodrigues
    Andre Luiz Rodrigues

    Esse TSE, que não passa de outra jabuticaba nossa, além de totalmente desnecessário, só serve para fraudar eleição pró-Partido dos Traficantes! A economia para o país seria enorme se essa porcaria fosse extinta!

  2. Carlos Soares
    Carlos Soares

    Alguém tem dúvida quanto ao verdadeiro motivo da cassação?
    E outras medidas do tipo, acontecerão…

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