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Política

Think tank que manteve parceria com o TSE é financiado por George Soros

Instituto Igarapé colaborou com a Corte eleitoral entre novembro de 2022 e maio de 2023

george soros xi jinping
A Open Society Foundations, de George Soros, está listada como financiadora do Instituto Igarapé no website da organização | Foto: World Economic Forum/Flickr

O Instituto Igarapé, que colaborou com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre novembro de 2022 e maio de 2023, é financiado pela Open Society Foundations, fundada pelo bilionário progressista George Soros. A informação está presente no website do think tank.

A Open Society Foundations é conhecida por investir valores milionários em instituições que defendem pautas de esquerda. No Brasil, apenas em 2022, a “rede de filantropia” repassou US$ 20,7 milhões (equivalente a R$ 106,5 milhões) para várias organizações não governamentais.

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Captura de tela da aba 'Financiadores' no website do Instituto Igarapé - 29/5/24 | Foto: Reprodução
Captura de tela da aba ‘Financiadores’ no website do Instituto Igarapé – 29/5/24 | Foto: Reprodução

A parceria entre o Instituto Igarapé e o TSE foi firmada a partir de um termo de cooperação, assinado em 11 de novembro de 2022. O contrato foi solicitado pela Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, criado em março de 2022.

No documento, o tribunal informa que a cooperação ocorreu no âmbito do “combate à desinformação contra o processo eleitoral nas mídias digitais” e envolveu o “compartilhamento de informações coletadas a partir de pesquisa de natureza acadêmica”.

Outro documento, disponível no Portal da Transparência do governo federal, mostra que a contratação não teve custos aos cofres públicos.

Trecho de um documentos da parceria entre o Instituto Igarapé e o TSE | Foto: Reprodução
Trecho de um documentos da parceria entre o Instituto Igarapé e o TSE | Foto: Reprodução
Trecho de um documentos da parceria entre o Instituto Igarapé e o TSE | Foto: Reprodução

Entre os termos do contrato, estão a proibição de divulgar relatórios feitos pelo Igarapé sem a autorização do instituto e a garantia de confidencialidade das informações coletadas durante a parceria.

Quais são as outras instituições financiadas por George Soros?

Mayara Stelle e Leandro Leal_fundadores Sleeping Giants Brasil
Mayara Stelle e Leonardo Leal, fundadores do Sleeping Giants. O grupo ficou conhecido por intimidar empresas na internet para cancelar e desmonetizar propagandas em veículos de comunicação | Foto: Divulgação/UEPG

De acordo com informações divulgadas pelo jornal Gazeta do Povo em 6 de maio, a lista de beneficiários de 2022 da Open Society Foundations inclui 83 entidades. Cerca de 45 receberam mais de R$ 1 milhão.

Entre os contemplados, está o Sleeping Giants Brasil, que recebeu US$ 400 mil (cerca de R$ 2,05 milhões) para “apoio geral”. O Instituto Marielle Franco foi agraciado com US$ 60 mil (R$ 308 mil) da empresa de George Soros para “promover a justiça racial e de gênero”.

Além disso, a Fundação Escola Superior da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro também será beneficiada com US$ 50 mil (R$ 257 mil) para ampliar a representatividade de afro-brasileiros no sistema de Justiça.

A Open Society também demonstra apoio à legalização das drogas e ao desencarceramento, refletido nos beneficiários de 2022. A Iniciativa Negra por uma Nova Política de Drogas (INNPD) recebeu US$ 719 mil (R$ 3,7 milhões), enquanto a Associação Elas Existem – Mulheres Encarceradas obteve US$ 207 mil (aproximadamente R$ 1 milhão) para apoiar a reforma do sistema prisional brasileiro.

Quatro universidades, duas públicas e duas privadas, também receberam “doações” de Soros. A Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro ganhou US$ 340 mil (R$ 1,7 milhão) para estudar “o impacto das redes sociais sobre a democracia brasileira”.

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro, por sua vez, assegurou US$ 150 mil (R$ 771 mil) para o seu Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

O levantamento também inclui a Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e o INSPER. A PUC garantiu US$ 180 mil (R$ 925 mil), aplicados em um projeto para estudar a influência do autoritarismo no sistema multilateral, enquanto o INSPER obteve US$ 200 mil (R$ 1,03 milhão) para financiar estudos sobre a questão racial.

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3 comentários
  1. R Fortes
    R Fortes

    Está explicado porque a CPI das ONGs não deu em quase nada.

  2. Christian
    Christian

    TSE, Sleeping Giants e Soros.
    Quantos trastes juntos….

  3. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    Tá aí! TSE esquerdalha com soros fdp comunista…TUDO S VER!!!!!

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