Para Christopher Garman, diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia Group, a discussão sobre o fim da escala 6×1 combina forte apelo popular com as limitações do Parlamento em ano eleitoral. “É muito difícil para o Congresso não votar a favor de um projeto que tem um apelo popular tão grande”, disse o analista à emissora CNN Brasil.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
Garman avalia que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva transformou a redução da jornada em uma das principais bandeiras para a disputa presidencial. Já o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), sinalizou a intenção de levar a proposta à votação ainda no primeiro semestre.

Governo deve relutar em dar compensações por fim da escala 6×1
Ainda assim, o analista pondera que “a aprovação não está dada”, pois o texto pode enfrentar entraves, como emendas e pressões do setor privado. Empresários defendem a compensação das perdas decorrentes da redução da jornada por meio da desoneração da folha de pagamentos.
“A oposição vai querer colocar essa emenda em qualquer proposta de redução da jornada de trabalho, e a equipe econômica do governo atual vai estar muito relutante de abdicar de receita para poder aprovar esse projeto, dadas as grandes dificuldades fiscais que o governo e o país vivem”, avalia Garman.
Apesar dos obstáculos, Garman avalia que “a tendência é aprovar”, embora a eventual inclusão de compensações ao setor privado possa postergar a implementação da medida para depois das eleições.
+ “Por que a PEC não resolve o problema da escala 6×1“








































É UMA PROPOSTA SEM CONTEÚDO E RIDÍCULA POR NATUREZA !
NÃO TEM EMBASAMENTO TECNICO NEM ESTUDO DE IMPACTO…LIXO !
TEM DE NO MÍNIMO VOLTAR PRA COMIÇÃO DE FINANÇAS DO SENADO , QUE É A RESPONSÁVEL POR ISSO !
Para vagabundos que trabalham (?) 2 dias por semana e fácil aprovar esse absurdo , cada vez mais levam o Brasil para o fundo do poço, país sem educação, segurança e saúde mas tem pão e circo cada vez mais.