A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) manifestou preocupação com a condução do debate sobre o fim da escala 6×1. A entidade informou que mantém diálogo com setores produtivos e lideranças sindicais, mas defende a ideia de que qualquer mudança na jornada de trabalho respeite a soberania das negociações coletivas prevista na Constituição. Para o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, engessar a jornada pela via constitucional compromete a autonomia de trabalhadores e empresas por ignorar as especificidades de cada setor econômico.
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Nesta segunda-feira, 9, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou o envio da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para a Comissão de Constituição e Justiça. O parlamentar afirmou que, depois da análise do colegiado, o texto seguirá para uma comissão especial. Motta declarou que a Casa ouvirá todos os setores com responsabilidade para entregar a melhor legislação, destacando que o Brasil precisa acompanhar os avanços tecnológicos globais.
Fim da escala 6×1 traz riscos econômicos
A Fiesp ressalta que uma transição na jornada sem o aumento da produtividade ou a redução do “Custo Brasil“ gerará pressões inflacionárias e perda de competitividade. A entidade sustenta que medidas desse tipo impactam severamente a sustentabilidade de pequenas e médias empresas. Segundo a federação, a proposta pode causar retração econômica e o fechamento de postos de trabalho formais.
A organização aponta ainda o risco de avanço da informalidade, o que contrariaria o propósito original da emenda. Na visão da indústria, o debate precisa considerar o equilíbrio financeiro das empresas para evitar danos ao mercado de trabalho. O posicionamento da Fiesp reforça a necessidade de cautela técnica antes de qualquer alteração que altere drasticamente a rotina produtiva nacional.
Motta defende o debate equilibrado como forma de modernizar a legislação trabalhista sem prejudicar a economia. A PEC que altera a escala 6×1 conquistou apoio popular e político nos últimos meses, mas enfrenta resistência de setores do comércio e da indústria. A instalação da comissão especial na Câmara será o próximo passo para que representantes patronais e de trabalhadores apresentem seus argumentos técnicos e sociais sobre a jornada.
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Fim da escala 6×1 definitivamente é reivindicação de vagabundo idiotizado ou gente de péssimo caráter.
Diz a sabedoria popular que “não existe almoço grátis” e quem ainda não entendeu isso vai aprender da forma mais difícil caso este projeto seja aprovado. Vale gás, bolsa família e outros assistencialismos governamentais SÃO pagos pela própria população e quando houver um aumento no custo de produtos e serviços adivinhe quem vai PAGAR NOVAMENTE a conta? Façam suas apostas!
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