O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) disse que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva mostrou “sinais de senilidade” durante participação na reunião do G7, na terça-feira 17. De acordo com o senador, o petista não teria condições de governar o país e um eventual segundo mandato.
O petista virou piada nas redes sociais depois de ser repreendido por outros líderes do G7 ao se distrair durante preparação para foto oficial do evento.
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Em outro momento, durante abertura da reunião da cúpula, Lula interrompeu o premiê do Canadá e começou a reclamar de problemas técnicos no equipamento de tradução simultânea.
“Lula mostra sinais de senilidade na reunião ampliada do G7”, escreveu Moro no X. “No improvável e indesejável segundo mandato, o Brasil seria de fato governado pela Janja.”
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O petista atrapalhou a foto oficial no encontro do G7
Durante o registro oficial da cúpula do grupo em Kananaskis, no Canadá, Lula causou embaraço ao se distrair no instante em que os participantes posavam para o tradicional retrato coletivo.
Enquanto os chefes de Estado se organizavam para a chamada “foto de família”, Lula se virou para conversar com o presidente do Conselho Europeu, António Costa.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, estava entre os dois. A atitude gerou reações imediatas de colegas, como o presidente francês, Emmanuel Macron, e o premiê canadense, Mark Carney, que chamaram a atenção do petista
Lula interrompe premiê do Canadá por falha na tradução simultânea
O presidente Lula também protagonizou outra cena embaraçosa ao interromper o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, durante abertura da reunião da cúpula do G7, na terça.
No momento, Lula levantou a voz para reclamar de falhas no equipamento de tradução simultânea.
Lula começou a manusear o dispositivo de tradução e reclamou da ausência de áudio. “Tem que falar aí, a intérprete, não tá saindo”, afirmou.
Carney parou o discurso e, em tom irônico, disse: “Vamos esperar um minuto pela
tradução, porque todas as palavras que eu vou falar valem ouro”, brincou. “É tudo sem preço, de acordo comigo, claro.”







































Tú deve comer bosta ou realmente acredita que esse verme carniça vagabundo pilantra corrupto ladrão vence eleição no voto? Cai fora daí seu merda.
Impressionante como os comunistas desejam entregar o Brasil para a nefasta ideologia.
O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
“…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
• 20 milhões na União Soviética
• 65 milhões na República Popular da China
• 1 milhão no Vietname
• 2 milhões na Coreia do Norte
• 2 milhões no Camboja
• 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
• 150 mil na América Latina
• 1,7 milhões na África
• 1,5 milhões no Afeganistão
• 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com
Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.
Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.
A grande fome de Mao
por Frank Dikötter (Autor)
””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.
Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.
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Pode ser exesso de agua…aguardente.kkkk