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Política

Sem citar Galípolo, Gleisi critica aumento da Selic

Ministra do governo Lula atacava o ex-presidente do BC Campos Neto

políticos esquerda jornalista | Gleisi Hoffman disse que as autoridades ‘querem condená-lo por suas opiniões’ | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil - fundação israelita gleisi
A deputada federal pelo Paraná e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, foi uma das representantes da esquerda brasileira a critica Israel e a sair em defesa de jornalista que comparou judeus a ratos | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta quinta-feira, 19, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, criticou o aumento da Selic para 15%.

Gleisi, contudo, evitou citar o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, como fazia com o economista Campos Neto.

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“No momento em que o país combina desaceleração da inflação e déficit primário zero, crescimento da economia e investimentos internacionais que refletem confiança, é incompreensível que o Copom aumente ainda mais a taxa básica de juros”, disse Gleisi. “O Brasil espera que este seja de fato o fim do ciclo dos juros estratosféricos.”

Sob Galípolo, Selic vai a 15%

gabriel galípolo
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, durante sessão na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado – 22/4/2025 | Foto: Saulo Cruz/Senado

Na tarde de ontem, o Copom elevou a taxa básica de juros para 15% ao ano, maior patamar em quase 20 anos.

Havia dúvida no mercado sobre se a diretoria do BC manteria a Selic inalterada ou optaria por uma pequena elevação.

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Mais importante que a decisão em si era o conteúdo do comunicado da autoridade monetária, que traria sinais sobre os rumos da política de juros no Brasil.

Antes de qualquer análise, é preciso lembrar que o BC tem como principal objetivo controlar a inflação e evitar o aumento excessivo dos preços. Entre as preocupações, portanto, há citação aos resultados positivos do Produto Interno Bruto e do mercado de trabalho no Brasil.

Leia também: “O crime impossível”, artigo de J.R. Guzzo publicado na Edição 273 da Revista Oeste

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7 comentários
  1. MNJM
    MNJM

    Muito cinismo dessa criatura desprezível. O Banco Central fez o certo, o problema é o desgoverno gastador, corrupto e incompetente.

  2. Bibliófilo

    Por acaso não é culpa de Roberto Campos Neto não, Gleisi?

  3. Oswaldo Galvão Carvalho
    Oswaldo Galvão Carvalho

    essa gentalha não tem critérios para nada.
    pois deveria criticar a taxa alta e criticar o Banco Central na figura do seu presidente (desta vez escolhido por eles).
    mas eles não valem o feijão que comem.
    não valem nada.
    são inúteis até na crítica.

  4. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Caramba! Que país seria esse que a coxa amante descreve? Investimentos internacionais? Desinflação? Crescimento? Com certeza não é o Bostil sob Exceção do Judiciário em que nós, 210 milhões de bostileiros, vivemos – ou melhor colocando, sobrevivemos.

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