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Política

Psol promete pagar dívida de Boulos na campanha eleitoral de 2018

Valor não pago passa de R$ 40 mil e foi inscrito na dívida ativa da União

Guilherme Boulos
Psol disse que dívidas da campanha de Boulos à Presidência em 2018 serão quitadas pelo partido | Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

O Psol anunciou que vai pagar a dívida de R$ 44,4 mil deixada pela campanha de Guilherme Boulos à Presidência da República em 2018, quando ele ficou em décimo lugar, com apenas 617 mil votos.

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A dívida no CNPJ criado para a campanha presidencial de Boulos, hoje deputado federal, é composta de dois débitos, de R$ 35,1 mil e 9,3 mil relativos ao não pagamento de contribuição previdenciária.

O valor não pago passa de R$ 40 mil e foi inscrito na dívida ativa da União. Com isso, o próximo passo seria o ajuizamento de uma execução judicial para cobrar o montante.  

+ Depois de citar aumento da renda do pobres no governo de Bolsonaro, Boulos apaga post

“As dívidas mencionadas são dívidas de campanha que serão quitadas pelo Psol”, disse o partido, em nota.

Em 2018, a campanha de Boulos arrecadou R$ 6,2 milhões, sendo mais de R$ 6 milhões bancados pelo Psol. O financiamento coletivo arrecadou R$ 120 mil e outros R$ 90 mil vieram de doações de pessoas físicas.

Boulos vai concorrer à Prefeitura de São Paulo

Marta Suplicy Guilherme Boulos
O Diretório Municipal do PT definiu que Marta Suplicy será a vice na chapa com Guilherme Boulos (Psol) para a prefeitura de São Paulo e dispensou prévias no partido | Foto: JL Conceição

Neste ano, Boulos pretende concorrer à Prefeitura de São Paulo, com o apoio do PT. A vice deve ser Marta Suplicy, que já anunciou a filiação à legenda petista.

Marta se encontrou com Lula em 8 de janeiro e aceitou retornar ao PT para compor como vice a chapa com Boulos. Depois da decisão, ela foi exonerada da função de secretária de Relações Internacionais da gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB), que deve ser o principal oponente do ex-líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) nesta corrida eleitoral.

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O nome de Marta foi aprovado pela Executiva Municipal do PT, que realizou um encontro na terça-feira 16. Na ocasião, também ficou decidido que não haverá prévias para a escolha de quem vai compor a chapa, ideia aventada pelo deputado estadual Eduardo Suplicy (PT-SP), ex-marido de Marta.

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4 comentários
  1. Christian
    Christian

    Imaginem a cidade de SP no comando deste Bolor ambulante.
    Acho que os paulistanos não deixarão sto acontecer.

  2. Antonio Cavalcante da Silva
    Antonio Cavalcante da Silva

    Psol vai pagar? Vai usar o fundo partidário? Recursos públicos certamente!
    Imagina uma pessoa com esse caráter com a chave do tesouro da maior cidade do país!

  3. Elza yuriko tanaka
    Elza yuriko tanaka

    A dívida dele eh moral! Quer se passar por santo depois de posar com terroristas do hamas e apoia-los,

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