Neste domingo, 7, multidões foram às ruas no Distrito Federal e nos 26 Estados do país, na série de atos intitulada “Reaja, Brasil”. De forma pacífica, os manifestantes criticaram o Supremo Tribunal Federal (STF), pediram anistia aos envolvidos no 8 de janeiro de 2023 e defenderam o ex-presidente Jair Bolsonaro, réu no processo da suposta tentativa de golpe.
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Protestos ocorreram em cerca de cem cidades brasileiras. Em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse que aquela manifestação seria a última “antes da farsa armada” pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. A fala se deu em alusão ao julgamento do pai, Bolsonaro, que deverá ser concluído na próxima sexta-feira, 12. O parlamentar acredita que o ex-presidente será condenado.
Nada no processo que armaram contra Bolsonaro para de pé. Nosso capitão é um homem inocente cujo único pecado foi defender o Brasil e enfrentar o sistema #BrasilComBolsonaro pic.twitter.com/bThHO0uOT2
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) September 7, 2025
Em Belo Horizonte, o principal discurso partiu do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG). Diante da possibilidade da condenação de Bolsonaro, o congressista dirigiu suas críticas em dois sentidos. Em um, cobrou do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), pautar o pedido de impeachment de Moraes. No outro, voltou a pedir que o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), libere para o plenário da Casa votar o projeto da anistia.
Manifestações também atraíram o público em municípios como Goiânia e Salvador. A iniciativa teve vez até no exterior. Em Londres, capital do Reino Unido, brasileiros se uniram com britânicos e israelenses, informou o jornalista Ivan Kleber, correspondente de Oeste na Europa.
🚨Brasil 🇧🇷/Israel 🇮🇱/Reino Unido 🇬🇧:
— Ivan Kleber (@lordivan22) September 7, 2025
Neste momento uma manifestação pró-Israel encontra a manifestação de brasileiros no centro de Londres pic.twitter.com/nI3G567RR7
Povo lota a Avenida Paulista
O último ato do “Reaja Brasil” deste feriado de Dia da Independência ocorreu na Avenida Paulista, um dos cartões postais da cidade de São Paulo. Perante discursos de lideranças políticas e do pastor Silas Malafaia, organizador do evento, os manifestantes criticaram especialmente o ministro Alexandre de Moraes e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na Paulista, uma multidão ouviu discursos de políticos como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro; o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ); e o ex-deputado Deltan Dallagnol. Em comum, todos criticaram Moraes e cobraram o avanço da anistia. Presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto afirmou que partidos como PP, União Brasil e PSD vão apoiar a aprovação de projetos sobre esse tema. “Temos maioria para aprovar a anistia”, disse Valdemar. Apesar de não se pronunciar, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), também esteve presente no evento.

Quem também falou na Avenida Paulista foi o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele saiu em defesa da liberdade e da absolvição de Bolsonaro, de quem foi ministro da Infraestrutura. “É fundamental que a eleição permita a participação de Jair Messias Bolsonaro”, disse Tarcísio, ao também criticar o STF e Moraes. Para ele, o tribunal lida com um “processo viciado” de “crime que não existiu”. Sobre o ministro, afirmou que “ninguém aguenta mais a tirania”.

















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Bota essas bonônicas do rato todas pra cadeia. Estamos com uma América Latina apodrecida na corrupção, na roubalheira, no comunismo, no genocídio, na repressão e no terrorismo
A velha imprensa afunda no pântano do seu próprio descrédito ao ocultar a realidade das ruas e tentar desqualificar as manifestações da direita.
Envolta na cegueira da ideologia, perdeu o senso da sua missão de informar com o máximo possível de isenção e empenha-se com afinco em manipular o noticiário.