O Partido Liberal (PL), com o fim da janela partidária, nesta sexta-feira, 3, se consolidou como o maior partido da Câmara dos Deputados. A sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro atingiu, até o momento, 101 deputados.
A janela partidária é o período de um mês, em que deputados federais, estaduais e distritais podem mudar de partido para disputar cargos nas eleições de outubro deste ano.
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E foi, justamente, a proximidade do pleito, com a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, que impulsionou o crescimento da sigla na Câmara.
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Apesar da janela partidária ter encerrado, os números ainda estão sendo consolidados. Assim, o partido de Bolsonaro pode virar o maior da Casa desde 1998, quando o PFL ocupou 105 cadeiras na reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A seis meses das eleições, o PL mais do que recompôs o número inicial da bancada de 2022, quando elegeu 99 deputados. A sigla, antes da abertura da janela, ainda era o maior da Casa, mas tinha 87 integrantes. Com as mudanças, o partido recebeu ao menos 18 novos deputados federais e perdeu quatro.
Com o crescimento do Partido Liberal, o União Brasil deixou de ocupar a terceira posição na Casa, agora disputada por Republicanos, PP e PSD, que apresentam bancadas semelhantes até o momento.
Entraram no PL nomes como Alfredo Gaspar (AL), que foi relator da CPI do INSS e visa disputar o governo de Alagoas contra o ex-ministro dos Transportes de Lula, Renan Filho.
Dani Cunha (RJ), filha do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha; Rosângela Moro (PR), mulher do senador e ex-juiz Sergio Moro (PR), que fez o mesmo caminho, e Rodrigo Valadares (SE), que chegou a ser relator do projeto de anistia aos envolvidos no de 8 de janeiro, saíram do União para o PL.

PL abre distância de PT
O Partido dos Trabalhadores, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, continua como o segundo maior da casa. No entanto, a distância do PL, que era de 20 parlamentares, deve dobrar.
O PT além de não receber nenhum deputado, perdeu a parlamentar Luizianne Lins (CE), que deixou a legenda após 37 anos para se filiar à Rede. O partido de Lula deve ficar com 66 deputados.
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A bancada governista também se enfraquece, o PDT, tradicional aliado dos petistas, deve terminar a janela com apenas seis integrantes. Só PSB que cresceu, saindo de 16 para 20 cadeiras. Assim, o saldo na esquerda ainda manterá Lula essencialmente dependente do centro, em votações.
Leia também: “O triunfo da impunidade”, reportagem de capa da Edição 316 da Revista Oeste








































Este que foram para o PL, se não seguir o partido vai ter o msm fim do Doria e A. Frota, vam ser renegados na politica.
A maioria é oportunista, é a falsa direita.