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Os fatos da semana: Bolsonaro na ONU, Witzel e Celso de Mello

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Presidente abriu 75ª edição da Assembleia-Geral da ONU | Foto: Marcos Corrêa/PR

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Presidente abriu 75ª edição da Assembleia-Geral da ONU | Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro abriu, pela segunda vez, a Assembleia-Geral das Nações Unidas. Em seu discurso, o chefe do Executivo destacou as medidas tomadas pelo Brasil no combate à pandemia, falou sobre a defesa do meio ambiente e defendeu a liberdade religiosa. No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cobrou punições à China por causar a pandemia de coronavírus.

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Na quarta-feira 23, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou a continuidade do processo de impeachment do governador afastado Wilson Witzel (PSC) — ele está fora do cargo desde 28 de agosto. Ele é acusado de chefiar um esquema de desvio de recursos públicos destinados à luta contra a covid-19. Ainda no Rio de Janeiro, a Justiça tornou inelegível até 2026 o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) por abuso de poder político.

Leia também: “O avanço da infraestrutura, o cerco ao pensamento conservador e o extremismo progressista”

No Legislativo, senadores retomaram as atividades presenciais para votar os nomes de diversas autoridades que ocuparão embaixadas no exterior. Os trabalhos remotos foram adotados ainda em março por causa da pandemia. Na volta a Brasília, os parlamentares se aglomeraram em um jantar servido pelo senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Já no Judiciário, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Celso de Mello, anunciou na sexta-feira 25 que irá antecipar sua aposentadoria para o dia 13 de outubro. Inicialmente o ministro deixaria a Corte em 1º de novembro, quando completará 75 anos. Antes deixar o STF, ele participará de julgamentos importantes, como a definição da maneira como o presidente deve prestar depoimento — presencialmente ou se pode ser por escrito — no inquérito que investiga a suposta interferência dele na Polícia Federal.

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