Durante a cerimônia de abertura do ano legislativo de 2026, nesta segunda-feira, 2, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, defendeu o “diálogo republicano” entre os Três Poderes.
Fachin disse que defender a institucionalidade é afirmar que “a Constituição permanece acima de qualquer vontade pessoal, política ou circunstancial”.
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“É tempo de defender as instituições e o diálogo republicano para o bem do país”, declarou o ministro. “Defender a institucionalidade é afirmar que a democracia só se sustenta quando as instituições são estáveis, éticas, previsíveis e respeitadas; quando seus membros se submetem às mesmas regras que exigem dos demais; e quando a Constituição permanece acima de qualquer vontade pessoal, política ou circunstancial.”
O presidente do STF afirmou que o Judiciário pretende “cultivar e promover a independência e a harmonia entre os Poderes”, com “devida deferência” ao Congresso como “legítima representante das aspirações do povo brasileiro”. De acordo com ele, “nada simboliza melhor a democracia do que regular funcionamento” do Congresso Nacional.
Fachin lista prioridades do Judiciário para 2026
No discurso proferido no plenário da Câmara dos Deputados, Fachin listou algumas das prioridades para a atuação do Poder Judiciário em 2026.
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Segundo o ministro, o STF e o Conselho Nacional de Justiça estão “preparados e atentos” para temas de grande relevância que devem chegar ao Judiciário neste ano. Ele destacou a intenção de reduzir a litigiosidade, começando por ações relacionadas à Previdência, além de avançar na automação da execução fiscal.
Fachin afirmou que o Judiciário pretende estimular a aplicação de precedentes nas instâncias inferiores, com o intuito de dar mais uniformidade às decisões, além de reforçar iniciativas voltadas à solução extrajudicial de conflitos.
O presidente do Supremo mencionou também a questão da criminalidade no país. De acordo com ele, o Judiciário seguirá incentivando a resolução de processos que tratam de crimes dolosos, especialmente feminicídios.
Fachin citou a elaboração do Mapa Nacional do Crime Organizado, iniciativa que, de acordo com o ministro, deve servir para orientar políticas e decisões no enfrentamento a organizações criminosas.
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Manda prender seus colegas ladrões e depois, se declara preso tb. Pois são os maiores ladrões de tudo nesta pais, rouba liberdade, rouba justiça, rouba dinheiro e não tem a minima vergonha na cara.
Esse Zé Bigodinho deveria propor é a renúncia de todos eles. Pilantras, vagabundos.
Incrível. Sabe as palavras certas, sabe o que seria correto fazer, sabe como deveriam agir, mas…
Bláblá ! Foi o primeiro a romper o código de ética … esqueceu ????