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Política

Nikolas Ferreira acusa escola de doutrinação: 'Tomaremos providências'

Servidor público trans palestrou para menores de idade em Mato Grosso e defendeu a ideologia de gênero

No vídeo criticado por Nikolas Ferreira, é possível ouvir a palestrante falando para crianças sobre a sua experiência como mulher trans | Foto: Reprodução
No vídeo, é possível ouvir a palestrante falando para crianças sobre a sua experiência como mulher trans | Foto: Reprodução

O Presidente da Comissão de Educação da Câmara, Nikolas Ferreira (PL-MG), confirmou que tomará providências sobre o caso de doutrinação ideológica feito com crianças na última segunda-feira, 25, em uma escola municipal de Várzea Grande (MT).

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“Entenda por que a esquerda não quer o debate sobre doutrinação nas escolas”, escreveu o deputado, no Twitter/X. “Tomaremos providências.”

Entenda o caso comentado por Nikolas Ferreira

A polêmica ocorreu quando o servidor público Rômulo Pinheiro Leão foi convidado para palestrar sobre “diversidade de gênero” na Escola Municipal Mercedes de Paula. O convite foi feito depois de um suposto caso de bullying entre as crianças, que estão na faixa etária dos 10 a 12 anos.

Em vídeo gravado de forma anônima, foi registrado o momento em que a palestrante explica, para crianças de 10 anos, sobre sua experiência como uma mulher trans.

“Hoje sou uma mulher trans, isso está lá no meu documento”, disse Pinheiro às crianças. “Se alguém for lá no meu documento e pegar, está lá: sexo feminino. Não importa se você aceita ou não aceita, você deve respeitar.”

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A palestrante também disse aos alunos que todas as pessoas devem ser respeitadas, independentemente de como elas se vestem ou falam. “Vamos aprender que as pessoas possuem gostos diferentes”, disse Leão. “Meninos em corpos masculinos, que usam vestidos, que falam como mulheres, devem ser respeitados e não são motivos de piada.”

Secretário de Educação de Várzea Grande saiu em defesa da servidora trans

O secretário de Educação de Várzea Grande, Silvio Fidelis, defendeu a apresentação de Rômulo Pinheiro Leão. “A servidora abordou os diversos preconceitos presentes na sociedade, especialmente os relacionados à condição social, orientação sexual, etnia, raça e modo de falar”, disse Fidelis. “O intuito era fomentar o respeito mútuo entre os alunos, motivados também por relatos de bullying.”

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Gabriel de Souza é estagiário da Revista Oeste em São Paulo. Sob supervisão de Edilson Salgueiro

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2 comentários
  1. Jackson Silva Ferreira
    Jackson Silva Ferreira

    As escolas estão deixando de instruir pra falar de sexualidade e criar militantes políticos, é por isso que a educação no Brasil está na lanterninha do mundo.

  2. Thiago
    Thiago

    Um ladrão que está te roubando ou um charlatão que mente na sua cara dever ser respeitado?

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