O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), teve um cartão de crédito de bandeira norte-americana bloqueado por ao menos um banco no Brasil. O bloqueio foi realizado depois das sanções impostas pela Lei Magnitsky.
A informação foi repassada ao jornal Folha de S.Paulo por fontes próximas ao ministro, nesta quarta-feira, 20. O nome da instituição financeira não foi revelado.
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De acordo com a Folha, o banco chegou a oferecer a opção de um cartão da bandeira brasileira Elo, para que Moraes pudesse realizar pagamentos no país sem as restrições impostas pelo governo Trump.
Com um cartão da bandeira Elo, Moraes estaria menos vulnerável às sanções dos EUA, já que a empresa concentra suas operações no Brasil. A Elo pertence ao Banco do Brasil, ao Bradesco e à Caixa Econômica Federal.
Em entrevista à agência Reuters, nesta terça-feira 19, Moraes disse que bancos brasileiros podem ser punidos por obedecer às restrições impostas pela Lei Magnitsky.
O ministro do STF é o único brasileiro enquadrado na legislação norte-americana que permite aplicar sanções a pessoas e entidades estrangeiras acusadas de corrupção ou de violar direitos humanos.
Autoridades dos Estados Unidos avaliam adotar novas restrições contra o ministro Alexandre de Moraes, incluindo o bloqueio de acesso a companhias aéreas, hotéis presentes no país e contas pessoais em plataformas como Apple e Google, gigantes da tecnologia com sede norte-americana.
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Moraes aposta em apoio dos colegas de Corte
Fontes próximas ao ministro teriam confidenciado ao site Metrópoles que Moraes está confiante no apoio de outros sete ministros do STF, mesmo diante das possíveis restrições.
Apenas os ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Luiz Fux não têm demonstrado apoio a Moraes. Os outros sete ministros também são alvo de sanções dos EUA.
Leia também: “O tirano do Brasil”, reportagem de Cristyan Costa e Silvio Navarro publicada na Edição 280 da Revista Oeste









































de OvO está caindo do Olimpo sem para-quedas…
Prender e condenar a penas de 17 anos velhinhas aposentadas, cabeleireiras e pipoqueiros foi moleza.
Vamos ver se vai falar grosso e mandar prender diretores de grandes bancos e cartões de crédito.
Que a lei seja aplicada também para aqueles não eleitos que dentro da corte apoiam as sentenças desse *ministro*que violem o direito.
Lei Magnitsky, geral, irrestrita e perpétua.
E isso, tá bom como porta-aviões no Lago Paranoá? Ou precisa mais???