Na manhã desta terça-feira, 23, e ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro esteve na Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília, para visitar o marido, Jair Bolsonaro, que permanece detido no local desde 22 de novembro. O encontro entre o casal durou aproximadamente 30 minutos.
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Com uma recente autorização, Michelle pode agora realizar visitas regulares ao ex-presidente, sempre às terças e quintas-feiras, durante o período da manhã. Ela não tem mais a necessidade de solicitar permissão ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Condições de saúde de Bolsonaro e recomendações médicas

No momento da visita, Bolsonaro aguardava a realização de uma cirurgia recomendada por laudo pericial da Polícia Federal, finalizado na sexta-feira 19. O documento mostrou a necessidade de uma herniorrafia inguinal convencional bilateral em razão de agravamento de seu quadro clínico, marcado por “soluços incoercíveis”. Conforme os especialistas, o problema ocorre até 40 vezes por minuto.
Depois de receber o laudo, Moraes autorizou o procedimento cirúrgico e determinou que a defesa de Bolsonaro informe a programação e a data pretendida para a cirurgia eletiva. Até a última atualização desta reportagem, os advogados do ex-presidente não haviam apresentado resposta sobre o agendamento.
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Apesar de ser uma cirurgia programada, o relatório da equipe médica da Polícia Federal sugere que o procedimento ocorra o quanto antes. O objetivo é de reduzir o “sofrimento físico do periciado”, que enfrenta sintomas como tosse crônica e aspiração pulmonar em decorrência de refluxo.
No começo do mês, o ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro divulgou um vídeo em que Jair Bolsonaro aparece soluçando enquanto dorme. O filho do ex-presidente afirmou que “ele precisa de cuidados especiais 24 horas por dia” e que, “se ele broncoaspirar por causa do refluxo constante, pode morrer com a crescente pressão sofrida paulatinamente nos últimos tempos”.





































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