Nesta quarta-feira, 29, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou o nome do advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias, para ser ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Com placar apertado, Messias recebeu 16 votos a favor e 11 contrários na sabatina que durou mais de 8 horas. Agora, caberá ao plenário do Senado ratificar ou não o entendimento da CCJ — Messias vai precisar de 41 votos.
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Para conseguir um ambiente mais favorável, o governo Lula articulou mudanças nos blocos parlamentares para aumentar a base na CCJ, além de ter liberado R$ 890 milhões em emendas para congressistas da comissão.
+ Aborto, Estado laico e autocontenção do STF: o que disse Messias no começo da sabatina

Na sabatina, Messias tratou de temas polêmicos: condenação dos manifestante do 8 de janeiro; anistia; interferência do STF na pauta da dosimetria; e aborto.
Além disso, os senadores perguntaram acerca do caso do Banco Master e o possível envolvimento de ministros do STF com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
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Quem é Jorge Messias

Pernambucano de Recife, Messias tem 46 anos. Ele se formou em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco e concluiu mestrado na Universidade de Brasília.
+ Flávio, para Messias: ‘8/1 foi um atentado à democracia?’
Em 2007, ingressou na AGU como procurador da Fazenda Nacional, cargo responsável por cobrar dívidas fiscais de contribuintes inadimplentes com a União.

Ao longo da trajetória no serviço público, assumiu postos estratégicos no Executivo.
Atuou como subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência da República, secretário de Regulação e Supervisão da Educação Superior no Ministério da Educação e consultor jurídico dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Também exerceu funções jurídicas no Banco Central e no BNDES.
Em 2022, integrou a equipe de transição de Lula. No fim daquele ano, o governo o anunciou para comandar a AGU, cargo no qual tomou posse em janeiro de 2023.
À frente da AGU, Jorge Messias foi o primeiro a pedir a prisão preventiva de envolvidos nos atos do 8 de janeiro de 2023.
Leia também: “O supremo estafeta”, artigo de Augusto Nunes para a Edição 3 da Revista Oeste







































É moçada ! Agora até petista vai tomar borrachada da policia na rua.
# só piora!
Grande novidade!!! Até o molusco, que é semianalfabeto, seria aprovado caso, pudesse ser indicado. É o Brasil rumo à venezuelização!!! E tudo começou com FHC, quando apoiou, escondido, o molusco, em 2001. E aí Dona Ruth Cardoso, era ACM o grande mal do país? Afinal, para que servem um sociólogo/antropóloga, juntos?
Mais um lixxxo no StF…
O Brasil prostrado numa enfermidade sem cura !
Triste ter de votar em Senadores corruptos assim como o Chefe, Lula
Obrigar a população votar nestes Senadores comprados é circo. Triste realidade. País com políticos corruptos e sem perspectiva de desenvolvimento 😔😔😔😔
Cambada de vendidos
Triste realidade. Senadores corruptos assim como o chefe, Lula