A Marinha do Brasil voltou a expor, ainda que de forma indireta, seu descontentamento com a instabilidade política que ameaça projetos estratégicos de soberania. Faz parte desse contexto o Programa Nuclear da Marinha (PNM) e o submarino nuclear Álvaro Alberto.
Em artigo publicado na Agência Marinha de Notícias, na última terça-feira, 14, o capitão de Mar e Guerra da reserva Leonam dos Santos Guimarães criticou a “estagnação pela ausência de compromisso do Estado”. Segundo ele, há uma distância crescente entre o discurso oficial e a realidade orçamentária.
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Marinha: lentidão nos avanços
Guimarães sustentou que o Brasil vive um ciclo de promessas não cumpridas. Enquanto autoridades exaltam programas para a Amazônia e a necessidade de proteção marítima, faltam recursos para garantir a continuidade dos programas. “Projetos de Estado não podem depender da vontade do governo de ocasião”.
O autor lembrou que, nos anos 1980, o PNM recebeu apoio institucional e alcançou marcos relevantes, como o domínio do ciclo do combustível nuclear. Porém, nas décadas seguintes, a mudança de prioridades nacionais — então centradas em pautas sociais — levou o programa a uma “sobrevivência vegetativa”. A adesão do Brasil ao Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), em 1998, intensificou a cautela e reduziu drasticamente os investimentos.
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Uma retomada parcial ocorreu em 2008, com a adoção de um programa de defesa nacional. Ainda assim, diz o artigo, entre 2015 e 2025, crises econômicas e disputas políticas interromperam o avanço, revelando a vulnerabilidade de projetos que dependem do ciclo político.
Guimarães aponta outro obstáculo: a falta de cultura de defesa. Para grande parte da sociedade, afirma o militar, soberania e segurança internacional são temas distantes, frequentemente confundidos com segurança pública. Esse distanciamento facilita campanhas de desinformação que associam, de forma equivocada, o programa nuclear a fins bélicos.
Sem apoio social e respaldo político estável, o país corre o risco de perder capital humano e tecnológico acumulado em décadas. Para o oficial, somente uma estratégia nacional de segurança, com orçamento plurianual e proteção legal, poderia garantir a continuidade dos projetos da Marinha. “O submarino nuclear não é apenas um artefato militar, mas um ato de soberania”.
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Quem planta colhe : Carta de um Brigadeiro
Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
Hoje perdemos a maior delas!
Perdemos nossa Coragem!
Perdemos nossa Honra!
Perdemos nossa Lealdade!
Não cumprimos com o nosso Dever!
Perdemos a nossa Pátria!
Eu estou com vergonha de ser militar!
Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
Joguem todas as nossas canções no lixo!
A partir de hoje, só representam mentiras!
Como disse Churchill:
“Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
Generais não serão mais representantes de suas tropas.
Perderão o respeito dos honestos.
As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
Mas outros, civis, conseguiram!
A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
Isso também não aconteceu?
Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
Não vai ser agora que irão.
Ah, sim, generais:
Entrarão para a História!
Pela mesma porta que entrou Calabar.
QUE VERGONHA!
Assina:
Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini
FORÇAS ARMADAS E SEUS COMANDANTES, VCS NÃO PERCEBERAM AINDA, OU JÁ PERCEBERAM E NÃO DIVULGARAM POR MEDO DO LULADRÃO, QUE, DESDE O PRIMEIRO DESGOVERNO DOS CORRUPTISTAS ESTÃO SUCATEANDO AS FFAAS? POIS NUMA GUERRA CIVIL ESTARÃO EM DESVANTAGEM CONTRA OS APOIADORES DOS BANDIDOS DOS CORRUPTISTAS.