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Política

Líder da oposição na Câmara pede investigação sobre projetos de cultura woke na Petrobras

Deputado exige que instituições apurem se estatal cometeu crime ao patrocinar eventos com suposto interesse político e ideológico

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A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, ao lado de Lula, depois de tomar posse no comando da estatal - 19/6/2024 | Foto: Reprodução/Twitter/X

O deputado federal Filipe Barros (PL/PR) encaminhou nesta segunda-feira, 9, seis ofícios para instituições da União e do mercado. Nos documentos, o líder da oposição na Câmara quer que as autoridades investiguem os projetos culturais patrocinados pela Petrobras.

De R$ 250 milhões em recursos liberados pela estatal, estima-se que R$ 235 milhões tenham como objetivo patrocinar a difusão da cultura woke no Brasil. O parlamentar quer que os órgãos de fiscalização apurem principalmente os critérios adotados e analisem se os gestores da Petrobras cometeram crime sobretudo por desvio de finalidade.

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Beneficiários têm ligação com a cultura woke

No fim de novembro, a Petrobras apreentou a lista dos 140 projetos que receberão patrocínio até 2027. No entanto, o atraso de quatro meses na divulgação dos beneficiários chamou a atenção. Outro aspecto muito criticado foi o perfil das produtoras que a empresa selecionou.

Conforme o jornal O Globo, 94% dos produtos culturais têm afinidade com a agenda woke, com foco em pautas de esquerda. Os produtos incluem filmes, festivais, shows, exposições, discos e peças de teatro. Entre 8 mil inscritos, essas propostas foram escolhidas por apresentar critérios baseados em “eixos temáticos e dimensões transversais”.

Deputado quer que Petrobras se explique

A aparente subjetividade do processo fez com que o deputado Filipe Barros encaminhasse ofícios a pelo menos seis instituições: Petrobras, Procuradoria-Geral da República, Tribunal de Contas da União e reguladores do mercado de capitais, entre eles, a Comissão de Valores Mobiliários.

Em todos os ofícios, o parlamentar destaca a necessidade de se investigar o possível uso de patrocínio da Petrobras para “atendimento a interesses de alinhamento ideológico e favorecimento a grupos específicos”. 

Conforme o deputado, os projetos culturais bancados pela estatal teriam como finalidade apoiar “ uma agenda específica, frequentemente denominada ‘woke’”. O parlamentar destaca que, se confirmado esse propósito, a empresa estaria confrontando a lei.

“O artigo 37 da Constituição Federal estabelece que a administração pública deve respeitar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, eficiência e publicidade. A seleção de projetos culturais por critérios predominantemente ideológicos pode configurar desvio de finalidade, em afronta direta a esses princípios”.

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Em todas as solicitações, o líder da oposição informa os prazos de respostas, vinculando-os, principalmente, à Lei de Acesso à Informação. No caso específico da Petrobras, a presidente Magda Chambriard tem até 30 dias para apresentar as justificativas da companhia.

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3 comentários
  1. Christian
    Christian

    Só os esuerdistas não enxergam que a agwnda Woke está mais para sleep….

  2. André Pereira da Motta
    André Pereira da Motta

    Isso apenas corrobora o quanto o PT infiltrou militantes nas estatais.

  3. Hermes
    Hermes

    O que me assusta é como é grande o arsenal de mulheres esquisitas do pt, inclusive das apoiadoras.

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