A organização não governamental (ONG) Transparência Internacional – Brasil pediu, em publicação na rede social X, nesta quarta-feira, 21, uma análise sobre o caso do resort da família do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Ao compartilhar uma reportagem do portal Metrópoles que mostrou que funcionários do empreendimento ligado ao juiz da Suprema Corte tratam Toffoli como dono do local, a organização afirmou que “é fundamental uma investigação rigorosa e, principalmente, independente”.
É fundamental uma investigação rigorosa e, principalmente, independente. https://t.co/3RmO2oIIl2
— Transparência Internacional – Brasil (@TI_InterBr) January 21, 2026
Além disso, conforme o texto jornalístico, diversas fontes relatam que o ministro mantém uma casa no local, mesmo depois da compra do complexo por um advogado ligado à J&F, e que o empreendimento conta com cassino e máquinas de aposta.
Contudo, como mostrou Oeste, a Procuradoria-Geral da República (PGR) não deve se opor à relatoria de Dias Toffoli sobre o caso Master no STF.
Apuração no ‘resort do Toffoli’

O Tayayá Aqua Resort, em Ribeirão Claro, no interior do Paraná, ficou conhecido na cidade como “resort do Toffoli”. Funcionários tratam o ministro como proprietário, ainda que seu nome não apareça em registros oficiais.
A reportagem do portal se hospedou no local e registrou a existência de jogos que valem dinheiro, sem controle formal de acesso. Em duas ocasiões, crianças apareceram próximas às máquinas, em meio a adultos que consumiam bebidas.
Leia mais: “Os tentáculos do Master”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste
O espaço reservado à jogatina reúne 14 máquinas de vídeo loteria, modalidade autorizada no Estado, embora funcione de forma similar a caça-níqueis. O ambiente reproduz o padrão visual de cassinos, com carpetes, luzes artificiais e painéis luminosos. Fora do horário regular, os repórteres do Metrópoles alegaram receber convite para partidas de cartas contra um dealer, incluindo blackjack, jogo proibido no Brasil quando há aposta em dinheiro.
O histórico do empreendimento envolve mudanças societárias recentes. O resort foi construído por irmãos e um primo de Toffoli. Mais tarde, essas participações passaram a um advogado ligado ao grupo J&F.
Antes dessa etapa, um fundo com investimento de Fabiano Zettel, empresário e cunhado de Daniel Vorcaro, do Banco Master, adquiriu ações do hotel. Toffoli atua como relator de investigação que envolve o banco no STF e já analisou processos ligados à J&F.
Uma trinca de juízes (?) desse que se intitula STF são os responsáveis pelo nível inédito de sordidez e corrupção atingido pela instituição que já foi respeitável e aplaudida pela população brasileira. Hoje envergonha a nação.
Toffoli é PT, passou a vida no PT, foi advogado do Lula… afinal, o que se poderia esperar??
Já se hospedou no resort do seu patrão, antônio da silva?
Esse pilantra já está fazendo horas extras no STF .