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Política

IBGE mente sobre taxa de desemprego, diz Bolsonaro

Ex-presidente questiona critério e afirma que governo usa o Bolsa Família para sustentar números

O ex-presidente Jair Bolsonaro: critérios do IBGE são usados para 'inflar' dados favoráveis ao governo | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasi
O ex-presidente Jair Bolsonaro: postura de Alexandre de Moraes é danosa para as relações com os Estados Unidos, diz o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasi

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta sexta-feira, 27, que a taxa de desemprego no Brasil, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é “uma mentira”. A taxa no trimestre encerrado em novembro foi de 6,1%, a menor do país na série histórica iniciada em 2012. 

Conforme o ex-chefe do Executivo, as informações não servem para balizar a economia brasileira. “Quem não procura emprego, para o IBGE, está empregado. Para quem recebe qualquer benefício social, como o Bolsa Família, está empregado”. 

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Para Bolsonaro, critério não expressa realidade

Bolsonaro acrescenta: “Então sobra uma quantidade bem pequena de pessoas para saber se está empregado ou não. E essa mentira é corroborada pelo fato de ter aumentado o número de pessoas que procuram o seguro-desemprego”.

A taxa de desemprego resulta da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE. Ela considera em situação de desemprego aqueles que tentaram e não conseguiram encontrar trabalho no período analisado. 

Os que não têm emprego, mas não foram atrás de vaga, não entram na força de trabalho e no cálculo do IBGE. O órgão adota essa metodologia desde o início da pesquisa, em 2012. Na época, opositores ao governo federal, então sob gestão petista, já acusavam o IBGE de usar os dados para promoção política. 

Em relação ao Bolsa Família, o programa não exige que o beneficiado esteja desempregado para receber o auxílio. O IBGE explica que o recebimento de outros programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada e o seguro-desemprego, não têm correlação direta com a ocupação ou desocupação. 

Os beneficiários, segundo o órgão, podem ser classificados como parte da força de trabalho (como ocupados ou desocupados) ou como fora da força de trabalho. Há casos em que beneficiários de seguro-desemprego trabalham informalmente, por exemplo, como motorista de aplicativo ou no comércio ambulante. Dessa forma, são classificados como ocupados pelo IBGE.

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8 comentários
  1. Fabiano Vilas Boas
    Fabiano Vilas Boas

    Vindo de um mentiroso nato, como é o caso do Bolsonaro, devemos ficar alerta, afinal, de mentiras ele entende!

  2. Marlos Henrique
    Marlos Henrique

    Isso é totalmente contraditório
    A mesma metodologia aplicada agora, foi aplicada no governo bolsonaro
    A metodologia é a mesma desde 2012 com o novo PNAD
    Ou seja isso é loucura
    Bolsonaro as vezes também só falar merda,pqp
    Por isso que a direito precisa de outra pessoa como liderança

  3. Christian
    Christian

    Basta ver quem está comandando o IBGE.
    Um petista acéfalo.

  4. Perecles Antônio Gonçalves Pacheco
    Perecles Antônio Gonçalves Pacheco

    Esses órgãos públicos estão todos aparelhados. Nenhuma economia mal administrada pode gerar índices altos de empregabilidade; O Brasil vive o caos mercê de uma economia mal administrada. Logo o Brasil não pode ter altos índices de empregabilidade. É claro que o IBGE mente.

  5. José Antônio Batalha Zocccoler
    José Antônio Batalha Zocccoler

    Esse desgoverno é uma mentira só

  6. MNJM
    MNJM

    A tática do PT como sempre de msscarar os números.
    Acreditar no IBGE sob o comando Márcio Pochmann é gostar de ser enganado. Os funcionários do IBGE já se posicionaram a respeito de sua condução frente ao Instituto.
    Quem recebe Bolsa Família está empregado? Quem não prolcura emprego está empregado? Isso é uma piada .

  7. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    A velha tática de enganar o povo. Mudança metodológica para insuflar o número de empregos. Os milhões que dependem de Bolsa Família são considerados como empregados. Uma trapaça e tanto. A propaganda enganosa repete isso no rádio e na TV. Propaganda enganosa é crime. Até nisso o LL é desonesto.

  8. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Não há dúvidas que o cálculo da taxa de desemprego é totalmente errado. Se um cara não procura emprego, admite-se que está empregado. E se ele for apenas um vagabundo a mais neste país de vagabundos? O correto seria considerar quantos estão empregados entre aqueles que são força de trabalho em potencial, por exemplo, pessoas entre 18 e 50 anos. Considerar que quem recebe bolsa família pode estar empregado, é um absurdo colossal.

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