O processo contra Gladson Cameli (PP), governador do Acre, no Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi interrompido por ordem do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A suspensão ocorreu diante de uma solicitação da defesa, que alegou falta de acesso a documentos essenciais.
Gilmar Mendes exigiu que a Polícia Federal (PF) e o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) entreguem os formulários usados para pedir relatórios de inteligência financeira, base dos autos de investigação. O julgamento, previsto para esta quarta-feira, 19, está suspenso pelo menos por 15 dias ou até a chegada dos documentos.
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Cameli responde por crimes como organização criminosa, corrupção passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude a licitação. O caso tramita na Corte Especial do STJ e envolve documentos do Sistema Eletrônico de Intercâmbio do Coaf, portal para troca de informações entre autoridades.

Governador do Acre teria causado prejuízo superior a R$ 11 milhões
A Procuradoria-Geral da República sustenta que as supostas fraudes teriam causado prejuízo de quase R$ 11,7 milhões aos cofres públicos, conforme denúncia aceita em maio do ano passado. A defesa nega conduta irregular por parte do governador.
O inquérito faz parte da Operação Ptolomeu. Segundo a PGR, a empresa Murano Construções e subcontratadas, incluindo uma sociedade de Gledson Cameli, irmão do governador, teriam repassado propina por meio do pagamento de prestações de um apartamento em área nobre de São Paulo.
+ Leia também: “Os patrões da República“, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 296 da Revista Oeste









































Ah, se o cara é picareta, Gilmar e companhia tomarão as providências cabíveis, para que seus direitos humanos sejam preservados…
Grande boca mole
Especialidade desse canalha .