O Supremo Tribunal Federal (STF) transferiu para sessão presencial o julgamento sobre a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula (PT). A análise, que poderia ser finalizada no plenário virtual até a próxima sexta-feira, 20, será realizada com debate oral entre os ministros, depois de um pedido de destaque, zerando os votos já registrados.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
O ministro Flávio Dino suspendeu inicialmente as quebras de sigilo relacionadas à empresária Roberta Luchsinger. Em seguida, anulou a decisão que aprovava, de uma só vez, 87 requerimentos sem análise individualizada, o que favoreceu Lulinha.
Consequências para a CPI e investigações
Apesar de os dados de Lulinha já terem sido enviados à CPI destinada a investigar fraudes em descontos de aposentados e pensionistas, a decisão do ministro impede que essas informações sejam incluídas no relatório final da comissão.
Lulinha passou a ser alvo da oposição depois de a Polícia Federal identificar mensagens entre o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e Roberta Luchsinger, com supostas referências ao filho do ex-presidente. Em 2025, Roberta Luchsinger foi investigada sob suspeita de receber R$ 1,5 milhão de Antunes, valor que, segundo mensagens, seria destinado ao “filho do rapaz”, expressão que, para os investigadores, indicaria Lulinha.






































Entre ou assine para enviar um comentário.
Você precisa de uma assinatura válida para enviar um comentário, faça um upgrade aqui.