De quem é a culpa pela fraude que desviou, em meio de descontos ilegais, mais de R$ 2 bilhões de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)? Para quase um terço da população brasileira, a resposta tem cargo, nome e sobrenome: o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Conforme levantamento divulgado neste sábado, 28, pelo instituto Paraná Pesquisas, 30,6% dos entrevistados disseram que o petista é o principal culpado pela fraude do INSS. É, dessa forma, a figura com mais menções em relação ao problema que teve milhões de pessoas como vítimas.
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Depois de Lula, a segunda resposta mais popular sobre quem é o principal culpado pela fraude foi a equipe de funcionários do INSS, com 25%. O levantamento do Paraná Pesquisas segue com o ex-presidente Jair Bolsonaro (12%), sindicatos/associações (7,1%) e o Congresso Nacional (0,9%). O instituto sinaliza “outras citações” com 1,2%. Além disso, “todos” foi a resposta de 3,3% dos entrevistados. Por fim, 19,9% não souberam responder ou não quiseram participar da pesquisa.
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A parcela de quem vê Lula como o principal culpado pela fraude do INSS aumenta conforme o nível de escolaridade. Entre as pessoas com ensino fundamento, a culpabilidade do presidente está em 26,9%. No entanto, o indicador sobe para 32,2% entre os entrevistados com ensino médio e para 33,3% quando o público consultado informa ter ensino superior.
Entre as regiões geográficas do país, somente o Nordeste deixa Lula como o principal culpado da fraude abaixo dos 30 pontos porcentuais — 23,3%, no caso. Nas demais localidades, o indicador varia de 31,7% (Norte e Centro-Oeste) a 33,9% (Sudeste), passando por 33,8% (Sul).
Dados da pesquisa sobre culpados pela fraude do INSS

A fim de mapear quem a população culpa pela fraude do INSS, a equipe do Paraná Pesquisas entrevistou 2.020 eleitores em potencial, no Distrito Federal e nos 26 Estados brasileiros. O trabalho de campo ocorreu, conforme o instituto, de 18 a 22 de junho.
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De acordo com os responsáveis pelo levantamento, a margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos nos resultados gerais. Informa-se, por fim, que o grau de confiança do material é de 95%.
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Estranho é não ter pelo menos 99,9% que sabe que esse Cornorrupto bêbado é o principal culpado do roubo dos velhinhos aposentados do INSS.. Até parece que o irmão dele fazia escondido dele e ele não tem algum envolvimento… Ah é o irmão desse larápio carniça, não é dele, é do bolsonaro..
Oeste, na esteira do roubo do INSS, tem outro ESCÂNDALO no Desgoverno Lula. “Fraude bilionária no seguro-defeso: INSS paga benefício a milhares de pescadores-fantasma na Amazônia. Mocajuba (PA) lidera registros irregulares. Só em 2024, benefício consumiu R$ 5,9 bilhões dos cofres públicos” “Maranhão possui apenas 621 embarcações cadastradas para pesca e não registra nenhuma empresa pesqueira, mas tem 590 MIL pescadores inscritos, ou seja, ABSURDOS 950 pescadores para UMA embarcação pesqueira. O presidente licenciado da Federação dos Pescadores do Maranhão, deputado estadual Edson Cunha de Araújo (PSB), é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de fraude. Entre maio de 2023 e maio de 2024, ele teria movimentado R$ 5,4 milhões da federação, segundo relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).” Não é nada, não é nada, o Senador paraense Beto Faro sempre foi ligado a Colônias de Pescadores no Pará. ” BRASÍLIA | Nesta quarta, 08 de novembro de 2017, o deputado federal BETO FARO esteve reunido com companheiros representantes dos pescadores do Estado do Pará, para tratar sobre a sustação dos efeitos das portarias 11 e 39 que juntas suspendem aproximadamente 60mil pescadores somente no estado do Pará, prejudicando milhares de famílias que dependem da pesca como sobrevivência. Na reunião também foi discutido sobre a sustação de seus efeitos, recadastramento em parceria com as entidades.” “O senador Beto Faro (PT-PA) está em articulação com o relator da Medida Provisória 1303, deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), para suprimir o parágrafo 11 do artigo 2º da Lei nº 10.779/2003. A mudança é urgente: trata-se de evitar um impacto devastador para milhares de pescadores artesanais do Pará e de todo o Brasil.”