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A primeira semana da senadora Teresa Leitão (PT-PE) como líder do governo no Senado não trouxe avanços para o Palácio do Planalto, que enfrenta resistência do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Depois da Teresa solicitar agilidade em projetos prioritários, Alcolumbre cancelou todas as sessões deliberativas da semana, a menos de duas semanas do recesso parlamentar em 18 de julho.
A primeira semana da senadora Teresa Leitão (PT-PE) na liderança do governo no Senado começou sem avanços para o Palácio do Planalto com o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Um dia depois de a parlamentar pedir celeridade para projetos considerados prioritários pelo Executivo, Alcolumbre esvaziou a programação legislativa e cancelou todas as sessões deliberativas da semana.
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A decisão ocorre a pouco mais de duas semanas do início do recesso parlamentar, em 18 de julho, e mantém sem perspectiva de votação propostas consideradas estratégicas pelo governo Lula.
Saiba mais:
Entre as pautas prioritárias do Planalto estão as Propostas de Emenda à Constituição (PEC) da Escala 6×1 e da Segurança Pública.
A única exceção será uma sessão extraordinária, nesta quarta-feira, 1º, com a análise exclusiva da medida provisória que abre crédito extraordinário de quase R$ 300 milhões para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
O montante financiará ações emergenciais de proteção e defesa civil na Zona da Mata mineira.

Primeira ofensiva da líder do governo termina sem avanços
Na terça-feira 30, Teresa Leitão teve sua primeira reunião oficial com Alcolumbre desde que assumiu a liderança do governo.
Segundo apurou Oeste, a senadora apresentou ao presidente do Senado a lista de matérias que o Planalto pretende destravar no segundo semestre, como as PECs da Segurança Pública e da escala de trabalho 6×1.
Alcolumbre, contudo, não assumiu compromisso com nenhuma delas. Segundo interlocutores próximos, o presidente do Senado limitou-se a afirmar que analisará os pedidos apresentados pelo governo.
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Nos bastidores, assessores legislativos ouvidos por Oeste avaliam que Teresa encontrará dificuldades para avançar na negociação das prioridades do Executivo. A percepção é que Alcolumbre não pretende pautar matérias defendidas pelo Planalto antes do recesso parlamentar.
Segundo interlocutores do presidente da Casa, a tendência é que a proposta da escala 6×1 fique para o segundo semestre. Parte dos assessores consultados afirma, inclusive, que a discussão poderá ser adiada para depois das eleições.
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