A investigação que atingiu Silvio Almeida, ex-ministro de Lula, chegou ao Supremo Tribunal Federal com indício de assédio sexual. O relatório produzido pela Polícia Federal foi direcionado à Corte e envolve acusações apresentadas por mulheres que atuaram no governo. Entre elas está a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que descreveu investidas físicas e contatos indesejados.
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O episódio se tornou público em 2024, quando a organização Me Too Brasil recebeu os relatos e repassou o conteúdo à imprensa. A divulgação provocou reação imediata no Planalto. Lula demitiu o auxiliar em seguida, após reuniões separadas com Almeida e com Anielle, e entregou a condução dos Direitos Humanos a Macaé Evaristo.
Impacto político do caso de assédio no governo Lula
O inquérito recebeu acompanhamento do ministro André Mendonça e corre sob sigilo. Durante a fase de apuração, Silvio Almeida prestou depoimento por mais de duas horas. Ele rejeitou as acusações desde o início. Em entrevista no começo do ano, ele disse que enfrentava uma manobra política e que as intrigas internas o prejudicavam.

Anielle Franco contestou publicamente as declarações. Ela afirmou que o ex-ministro tentou enfraquecer relatos de vítimas e criar um ambiente de intimidação. Em depoimento à PF, detalhou abordagens que, segundo ela, avançaram de situações incômodas até contato físico não consentido. À revista Veja, ela disse que evitou registrar os episódios por receio de ser desacreditada.
O caso também entrou no radar da Comissão de Ética Pública da Presidência, que abriu investigação administrativa para examinar condutas envolvendo agentes do Executivo. O avanço do processo provocou tensão dentro da pasta da Igualdade Racial. Um mês depois da crise vir à tona, Anielle exonerou Yuri Silva, então secretário ligado a Silvio Almeida.
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Além de apreciar mamar nas tetas do governo, a esquerda também aprecia assediar funcionárias e companheiras de partido. Deixando Sodoma e Gomorra corados em pleno século XXI.