publicidade
Política

Entenda em 10 pontos como a esquerda quer afundar de vez o Brasil

Oeste analisa documento que propõe reduzir os impactos econômicos provocados pela pandemia de coronavírus

cut reforma administrativa
. Foto: CTB/FLICKR

Oeste analisa documento que propõe reduzir os impactos econômicos provocados pela pandemia de coronavírus

Uma das propostas quer suspender processos de privatizações | Foto: CTB/FLICKR

Centrais sindicais e movimentos, como a Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo, redigiram um documento intitulado “Plataforma Emergencial para o Enfrentamento da Pandemia do Coronavírus e da Crise Brasileira”. Nele, algumas medidas são tão absurdas que beiram o cômico.

Receba nossas atualizações

Confira alguns pontos do projeto

1- Paralisar todas as atividades industriais e de serviços, com exceção daquelas ligadas aos serviços essenciais, fiscalizando o cumprimento dessa determinação

Sem produção, não há riqueza; sem riqueza, não há emprego; sem emprego, há miséria. De onde o Estado vai tirar dinheiro, senão dos impostos, para pagar, por exemplo, os salários de servidores públicos que trabalham em hospitais?

2- Governo federal deve assumir o pagamento dos salários dos trabalhadores de empresas e serviços públicos, para ficarem em casa

De acordo com o Ministério da Economia, o país aguenta manter fechados os estabelecimentos comerciais até 7 de abril. Se as coisas continuarem como estão depois dessa data, haverá danos graves a longo prazo, como aumento da inflação, do desemprego e recessão; além disso, seria mais digno, em vez de garantir o pagamento integral de funcionários públicos para ficarem em casa, propor a redução de salário dessa classe privilegiada formada por cerca de 12 milhões de brasileiros;

3- Garantir um salário mínimo a todos os 40 milhões de trabalhadores informais e precarizados, pela lei da renda mínima básica, para que fiquem em casa e não passem necessidades

A atual proposta do governo Jair Bolsonaro, de pagar R$ 600 a trabalhadores informais, custará aos cofres públicos cerca de R$ 24 bilhões. Se seguidas as recomendações do projeto da oposição, o impacto salta para R$ 41, 5 bilhões;

4- Suspender o pagamento de todas as taxas de luz, água e garantir acesso a gás a todas famílias. Suspender todas as dívidas das empresas, estabelecimentos agrícolas, pessoas e estudantes aos bancos e ao governo

O tópico já responde por si mesmo;

5- Impedir a exportação de alimentos necessários a nosso povo e entregar cestas básicas às famílias dos bairros pobres

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras (Abiec), as exportações brasileiras de carne bovina bateram recorde em volume e faturamento em 2019. Os volumes embarcados alcançaram 1,84 milhão de toneladas e a receita US$ 7,59 bilhões (R$ 36 bilhões na cotação da época). A exportação de soja rendeu ao Brasil, no ano passado, lucro de US$ 34,78 bilhões (R$ 166 bilhões);

7- Impedir a reintegração de posse

Temos mesmo que falar sobre a proteção ao direito de propriedade em pleno século XXI?

8- Revogar a PEC 95 (teto dos gastos públicos evita que o governo gaste mais do que arrecada)

Importante avanço aprovado pelo governo Temer em 2016, o teto federal de gastos estipula um limite de despesas anuais do governo. Imagine que seu salário é R$ 5.000 e você recebe do banco um cartão de crédito ilimitado. Se gastar mais do que arrecada, vai entrar no vermelho e sua dívida vira uma bola de neve. O Brasil era assim antes da PEC 95, que possui um mecanismo que permite gastos extras em situações de emergência.

9- Revogar a MP 927

Editada pelo Ministério da Economia no dia 23 de março, a proposta visa reduzir o desemprego em razão da pandemia de coronavírus, ao flexibilizar algumas leis trabalhistas, como o adiamento do pagamento do FGTS por três meses, a antecipação de férias individuais, coletivas e feriados, entre outras. É um socorro necessário para milhões de empresários que geram emprego, arriscaram suas economias numa atividade produtiva e se encontram subitamente à beira da falência.

10- Controlar a exploração dos recursos naturais (petróleo, minérios, água, biodiversidade), suspendendo processos de privatização e concessões

Em 2011, a então presidente Dilma Rousseff decidiu congelar o preço da energia elétrica. Conseguiu com a medida desincentivar novos investimentos no setor, causando prejuízo de R$ 62 bilhões apenas de indenizações; Se vendidas cerca de 300 estatais que constam na programação para 2020, o governo arrecadaria R$ 150 bilhões.

Leia a proposta na íntegra

Leia mais sobre:

8 comentários
  1. Miguel
    Miguel

    Os comunistas estão organizando p/dar um golpe no governo c/ajuda da Globo e cia.

  2. Leonardo Mascaro
    Leonardo Mascaro

    Impressionante! Esse pessoal ainda não aprendeu.

    1. Maria Elena Ribeiro Mendes
      Maria Elena Ribeiro Mendes

      Eles aprenderam direitinho. É com essas “ações para proteger o povo”, que eles conseguem roubar e desviar à vontade.

  3. Bruno
    Bruno

    Copiaram e colaram o manifesto comunista, adicionando pitadas do manual do guerrilheiro urbano do Marighela. Estão aplicando direitinho a cartilha insana do comunismo.

  4. maisvalia
    maisvalia

    Em resumo, um bando de ze ruelas sanguessugas que acha que dinheiro cai do céu

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.