O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, conversou por telefone na tarde desta quinta-feira, 8, com o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, para tratar da situação na Venezuela.
Segundo nota divulgada pelo Palácio do Planalto, os dois mandatários manifestaram “grande preocupação com o uso da força contra um país sul-americano” e afirmaram que as ações que derrubaram o ditador Nicolás Maduro “constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional”.
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Ambos concordaram que a crise venezuelana deve ser resolvida “exclusivamente por meios pacíficos, da negociação e do respeito à vontade do povo venezuelano”. Ainda conforme a nota, os presidentes saudaram “o anúncio feito na tarde desta quinta-feira pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela de liberação de presos nacionais e estrangeiros”.
A nota acrescenta que Brasil e Colômbia reafirmaram a intenção de manter a cooperação “em prol da paz e da estabilidade na Venezuela”, país com o qual ambos compartilham extensas fronteiras. Os dois governos também recordaram “os importantes contingentes de migrantes venezuelanos que têm acolhido nos últimos anos”.

Lula veta o PL da Dosimetria no mesmo dia
A conversa entre Lula e Petro ocorreu horas depois de o presidente brasileiro vetar integralmente o Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pelo Congresso Nacional. A decisão foi anunciada durante o ato “Defesa da democracia”, realizado no Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira, em memória aos atos de 8 de janeiro de 2023.
No evento, Lula elogiou o Supremo Tribunal Federal e afirmou que “golpistas foram condenados com provas robustas”. O veto integral à proposta já havia sido antecipado no começo da semana e, segundo declarações do próprio presidente em dezembro, seria adotado “assim que chegasse” à sua mesa.
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O PL da Dosimetria previa a redução das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. O STF já condenou 835 pessoas por crimes como “tentativa de golpe” e abolição do Estado Democrático de Direito.
No caso de participantes das manifestações, as penas chegaram a 17 anos. Para agentes políticos, as condenações superaram 20 anos, com destaque à pena de 27 anos aplicada ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste








































Farcs e MST , essa é a cara do lula e Petro
Esse cachaceiro e o drogado são da mesma laia. Eles se contradizem o tempo todo debaixo do açoite de Trump. O bode velho vendeu Maduro pelos 40% das tarifas ,vendeu terras raras para os americanos em troca da Magnitsky. Vendeu a Amazônia para Europa,roubou idosos e pensionistas que já vinha fazendo há anos e mando o dinheiro para lavar no petróleo da Venezuela. Só que o PT não vai colocar a não pq o porta aviões não vai deixar,tem preferência na compra . Está fodido com dinheiro dos outros .O.dele.deve estar espalhado na Rússia,Andorra e Luxemburgo.
Muito cansada e desanimada com tanta hipocrisia! 😔😔😔