Nesta quinta-feira, 12, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconheceu ser sócio de uma empresa que vendeu o Tayayá Resort. Entretanto, ele negou ter recebido pagamentos do dono do Banco Master, que era controlado por Daniel Vorcaro.
Há três dias, o diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, entregou um relatório ao presidente do STF, Edson Fachin. Conforme o documento, Vorcaro trocava mensagens com seu cunhado, Fabiano Zettel, nas quais falou sobre pagamentos à Maridt, empresa ligada à família do magistrado.
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A PF extraiu os diálogos do celular de Vorcaro, depois de ele ter sido alvo de uma operação de busca e apreensão no ano passado. A suspeita da PF é de que os pagamentos envolvem o Tayayá Resort, vendido pela Maridt a um fundo que tinha a participação do Master.
Por isso, a corporação já pediu a suspeição de Toffoli nos processos do Master no STF.
Nota de Dias Toffoli

“A Maridt é uma empresa familiar, constituída na forma de sociedade anônima de capital fechado, prevista na Lei 6.404/76, devidamente registrada na Junta Comercial e com prestação de declarações anuais à Receita Federal do Brasil. Suas declarações à Receita, bem como as de seus acionistas, sempre foram devidamente aprovadas.
O ministro Dias Toffoli faz parte do quadro societário, sendo a referida empresa administrada por parentes do ministro. De acordo com a Lei Orgânica da Magistratura, no artigo 36 da Lei Complementar 35/1979, o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.
A referida empresa foi integrante do grupo Tayaya Ribeirão Claro até 21 de fevereiro de 2025. A participação anteriormente existente foi integralmente encerrada por meio de duas operações sucessivas, sendo a primeira a venda de cotas ao Fundo Arllen, em 27 de setembro de 2021, e a segunda a alienação do saldo remanescente à empresa PHD Holding, em 21 de fevereiro de 2025.
Deve-se ressaltar que tudo foi devidamente declarado à Receita Federal do Brasil e que todas as vendas foram realizadas dentro de valor de mercado.
Todos os atos e informações da Maridt e de seus sócios estão devidamente declarados à Receita Federal do Brasil sem nenhuma restrição.
A ação referente à compra do Banco Master pelo BRB foi distribuída ao ministro Dias Toffoli no dia 28 de novembro de 2025. Ou seja, quando há muito a Maridt não fazia mais parte do grupo Tayaya Ribeirão Claro.
Ademais, o ministro desconhece o gestor do Fundo Arllen, bem como jamais teve qualquer relação de amizade e muito menos amizade íntima com o investigado Daniel Vorcaro. Por fim, o ministro esclarece que jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel”.
Leia também: “O dilema da toga”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 308 da Revista Oeste




































Objetivos do Lula ao manipular o caso Vorcaro:
. Se livrar da dependência Xandão-Gilmar.
. Se vingar do Toffoli.
. Chantagear Ciro Nogueira.
. Abrir mais uma vaga no STF para facilitar a entrada do Bessias.
O problema não é só se livrar desse canalha , o que vem depois colocado por esse bandido deve ser no mínimo do mesmo naipe .
Todos,eu disse todos, brasileiros honrados e trabalhadores, a imprensa, ministros sérios do Supremo Tribunal ,executivo,legislativo e judiciário, sabem que essas duas laranjas podres, Toffoli e Alexandre de Moraes, são párias,são punguistas do dinheiro alheio e desmoralizaram o Supremo! Ninguém, eu disse ninguém, acredita nessas duas desgraças e ninguém que pode fazer, faz nada para jogar na rua essas ratazanas! Chega! Basta! O povo não aguenta mais tanta corrupção, tanta sacanagem e ter que chamar esses marcelas de excelências. O Supremo ficará desmoralizado se mantiver gente dessa estirpe em seus quadros. Basta!