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Política

Deputada alerta para conteúdo LGBTQ no Duolingo: 'Educação moral e sexual é papel dos pais'

Apesar de reconhecer a qualidade do aplicativo, Carol De Toni diz que as pautas não deveriam estar lá

Carol De Toni
A líder da minoria, deputada Carol De Toni (PL-SC) | Foto: Divulgação/Equipe De Toni

A deputada federal Carol De Toni (PL-SC) divulgou em suas redes sociais um alerta sobre o aplicativo Duolingo. Ele é utilizado por pessoas que querem aprender novas línguas por meio de histórias e exercícios de repetição. Apesar do potencial, a parlamentar ressalta que os pais devem ficar de olho no conteúdo ofertado aos filhos.

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Na postagem, ela explica que o aplicativo “está colocando conteúdos sobre sexualidade e identidade de gênero para crianças pequenas, sem avisar e sem pedir permissão para os pais”. De Toni afirma que o Duolingo impulsiona o que chama de “ideologização da infância”.

Duolingo usa três personagens queer em lições

Em sua página oficial, o aplicativo fala sobre as lições LGBTQ e afirma que possui três personagens queer. É assim que ele define o trio: “Lin se relaciona com mulheres, Bea se relaciona com homens e mulheres, e Oscar se interessa por homens (embora seja tão seletivo com eles quanto é com seus queijos e com praticamente tudo o mais).”

Um dos diálogos usados como lição na plataforma revela a conversa entre um homem e uma mulher. Na situação, ela afirma que está indo para sua lua de mel. Então, é questionada pelo homem: “Onde está o seu marido?”. E, para isso, a personagem responde: “Eu não tenho um marido, tenho uma esposa muito difícil!”.

Para De Toni, essa e outras situações “não têm qualquer relação com ensinar verbos, vocabulário, gramática”. Ela afirma: “Ninguém discorda que é um aplicativo excelente para aprender idiomas, mas permitir o cadastro a partir dos quatro anos de idade e introduzir temas sensíveis sobre sexualidade e ideologia de gênero sem o consentimento dos pais é algo que não podemos permitir.”

No seu blog, o Duolingo afirma que a criação dos personagens é importante. “Para normalizar algo, basta apresentá-lo como algo normal, o que significa não chamar a atenção para isso ao representá-lo”, diz a plataforma de ensino. “É importante para nós que o nosso conteúdo seja tão diverso quanto nossos funcionários e estudantes.”

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