publicidade
Política

Decisão de Moraes sobre IOF é ‘ótima para o país’, diz Haddad

Em entrevista coletiva durante encontro do Brics, o ministro da Fazenda elogiou a posição do STF e defendeu o decreto presidencial que aumenta o imposto

Em audiência no Senado Federal, o ministro Fernando Haddad afirmou que 'se essa queda de braços continuar' o governo vai para um 'embate mais firme' contra as bets | Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Em audiência no Senado Federal, o ministro Fernando Haddad afirmou que 'se essa queda de braços continuar' o governo vai para um 'embate mais firme' contra as bets | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, elogiou a decisão de Alexandre de Moraes sobre os decretos relativos ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Horas antes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu os atos do Congresso Nacional e de Lula e convocou uma audiência de conciliação entre os Poderes para 15 de julho

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

“A decisão do ministro Alexandre busca esse caminho de mostrar até que ponto cada Poder pode ir, delimitando constitucionalmente qual é o papel de cada Poder”, afirmou Haddad em entrevista coletiva durante um encontro do Brics. “Isso é ótimo para o país”

Haddad negou a existência de uma crise institucional em Brasília e disse que, quanto mais clareza houver a respeito das competências dos Três Poderes, melhor o presidente da República poderá governar. 

Ministro Alexandre de Moraes em Sessão plenária do STF (12/6/2025) | Foto: Ton Molina/STF

“Eu penso que o Supremo, há três anos, vem tentando recuperar as instituições na forma da Constituição”, disse na entrevista. Segundo o ministro, as decisões do STF “vão melhorar o ambiente democrático do país”.

Aumento do IOF visa combater sonegação, argumenta Haddad

Ao comentar o decreto presidencial que aumenta as alíquotas do IOF, Haddad citou o objetivo de “equilibrar as contas públicas com justiça social”. Para ele, ajustes são necessários para preservar o crescimento econômico do Brasil, mas devem recair “sobre aquela parcela da sociedade que escapa do sistema tributário”.

Quando questionado sobre o teor arrecadatório da mudança no IOF, o ministro respondeu que a legislação proposta pelo decreto presidencial tem “finalidade regulatória com repercussão arrecadatória, como todo combate à sonegação”. Ele expressou a intenção de provar ao STF que não houve aumento linear das alíquotas.

“Nós corrigimos o que nos parecia equivocado do ponto de vista de sonegação”, explicou, ao também mencionar pessoas que estariam usando operações financeiras de maneira indevida. De acordo com Haddad, o governo perde atualmente R$ 800 bilhões de arrecadação devido às alegadas falhas no IOF. 

Leia também:

1 comentário
  1. Carlos Henrique Soares
    Carlos Henrique Soares

    Só mesmo as mulas encantadas para apoiarem aumento de impostos!

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.