Os fins de tarde na COP30 transformam os pavilhões internacionais em pontos de encontro marcados por shows, cerveja feita de água tratada de esgoto e vinhos portugueses. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, o objetivo das festas é “proporcionar um ambiente descontraído depois de um dia intenso de debates”.
O pavilhão de Portugal tem atraído uma multidão. O local oferece vinho tinto e branco, pastel de nata e bolinho de bacalhau.
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A fila se forma antes da abertura do bar, de 17h a 18h, depois das atividades oficiais do espaço. Carol Franco, negociadora da República Dominicana, afirmou à Folha “que sempre está estressada” e o vinho a ajuda a relaxar. “Conhecemos pessoas novas e fazemos contatos.”
Por volta das 17h, quando as pessoas estão acabando de trabalhar na zona azul da COP30, a área dos pavilhões dos países e organizações começa a fervilhar com atrações culturais e distribuição gratuita de vinho, entre outras atividades, promovendo um momento de relaxamento e… pic.twitter.com/hxxEAtUpPg
— Folha de S.Paulo (@folha) November 19, 2025
Cláudio de Jesus, responsável pelas operações do pavilhão de Portugal, afirmou à Folha que o público aumenta diariamente, impulsionado principalmente pelo “boca a boca”. “E há muitas caras repetidas, que fazem questão de voltar porque apreciaram o que oferecemos.”
Festas no pavilhão da Indonésia na COP30
No pavilhão da Indonésia, apresentações diárias de danças típicas fazem o público participar das coreografias. Marisa Moretti, gerente de comunicação corporativa, destacou a importância de estar em contato com diferentes culturas. “Foi fácil acompanhar os passos”, disse. “As dançarinas são muito pacientes.”
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Matt Evans, cofundador da Up Energy, compartilhou a experiência em beber a cerveja feita com água tratada de esgoto. “Quando tomei não sabia como era fabricada”, disse. “Achei que tinha um pouco de gosto de lúpulo, parecida com uma pilsen. Depois, alguém me disse que era feita com água do chuveiro, então acho que o gosto interessante deve ser do xampu.”
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No pavilhão da Suécia, as pessoas participam do “Karaokê do Clima”. Segundo a Folha, a proposta “incentiva os participantes a interpretar músicas com mensagens ambientais”.








































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