Nesta segunda-feira, 3, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, afirmou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a megaoperação contra o Comando Vermelho no Rio de Janeiro, na semana passada, seguiu rigorosamente as normas definidas pela Corte na ADPF das Favelas. O político entregou um documento que detalha toda a ação ao magistrado.
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Castro garantiu que o planejamento teve supervisão judicial e participação do Ministério Público, com foco em áreas não residenciais, longe de escolas, e utilização proporcional de força. O governador destacou que o grupo criminoso organizou uma resposta imediata e coordenada depois da intervenção, de modo a intimidar e enfrentar o poder público.
Reação criminosa e preparação policial
Na reação à operação, de acordo com Castro, cerca de 500 integrantes da facção demonstraram alto poder de fogo e métodos com potencial letal. Isso teria justificado o nível de força empregado pelas forças policiais. O planejamento envolveu cerca de 60 dias de reuniões técnicas entre as Polícias Civil e Militar.
Recebi hoje o ministro Alexandre de Moraes, do STF, no Centro Integrado de Comando e Controle.
— Cláudio Castro (@claudiocastroRJ) November 3, 2025
Fiz questão de apresentar a nossa casa das polícias, que se tornou o grande hub de integração das forças de segurança do nosso estado. pic.twitter.com/Lo3Rqjr0G2
As investigações que antecederam a operação tiveram duração aproximada de um ano. Elas incluíram quebra de sigilos telefônicos, análise de dados em nuvem e cumprimento de mandados de busca e apreensão. O apoio veio de setores de inteligência, Ministério Público e colaboração com outros Estados, como o Pará.
Questionamentos do STF e resposta do governo

No relatório, de 26 páginas, Castro respondeu aos questionamentos do STF sobre a força utilizada, a quantidade de agentes, a identificação das equipes, os armamentos, o número de mortos, feridos e presos, além de medidas para evitar abusos e violações de direitos humanos.
O governador contextualizou a dimensão e as práticas da facção criminosa, a qual classificou como comparável a organizações narcoterroristas internacionais. Ele afirmou que a ação não foi comum, pois enfrentou uma estrutura armada e resistente à intervenção estatal.
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Segundo Castro, disputas territoriais entre o Comando Vermelho e rivais alimentaram uma corrida por armas pesadas, como fuzis de guerra e explosivos. Além disso, o histórico da facção reforça uma ideologia de confronto ao Estado e a violência contra forças de segurança.
Encontro entre Moraes e Castro e próximos passos
Nesta segunda-feira, 3, Moraes e Castro se encontraram no Centro Integrado de Comando e Controle, no centro da cidade, para discutir a megaoperação. A reunião, iniciada às 11h30, teve duração de duas horas e meia. Segundo fontes presentes, não houve exibição de vídeos da ação, apesar da intenção de Castro.
Leia também: “Territórios sequestrados”, reportagem de Isabela Jordão e Uiliam Grizafis publicada na Edição 294 da Revista Oeste
Durante a visita técnica, Moraes conheceu a sala de inteligência e o sistema de câmeras portáteis da Polícia Militar. “Conversamos sobre o projeto de retomada que está em fase de organização pelo CNMP e demos ao ministro total possibilidade de tirar todas as dúvidas sobre a política de segurança do Rio de Janeiro e os desafios do combate ao crime”, afirmou Castro, por meio de nota divulgada pela assessoria de imprensa.





































O semblante do governador demonstra o que ele considerou essa “visita” do imperador chefe.
O Shãndãun achou que iria impor sua “autoridade”, mas só ouviu e viu o que foi uma ação planejada com critério e que levou a um resultado positivo.
Agora o governador será cassado, em mais uma vingança do sistema.
Governador Cláudio Castro, manda esse careca projeto de ditador nazista àquele lugar!… Não se esqueça de que o careca é sancionado pela Lei Magnitsky Global, ou seja, um criminoso violador de direitos humanos.
Infelizmente a Lei Magnitsky só atingirá o punido com relação aos Estados Unidos e empresas que operem com o país.
Ele deve estar usando alguma conta de cartão corporativo. Espero que haja outras consequências contra ele.
Nosso total apoio ao Governador Cláudio Castro !!!