publicidade
Política

Bolsonaro não prevaricou no caso Covaxin, conclui PF

Polícia Federal não viu necessidade de tomar o depoimento do presidente por ter concluído que não houve crime

Presidente da República, Jair Bolsonaro
Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR

A Polícia Federal (PF) concluiu que o presidente Jair Bolsonaro não praticou o crime de prevaricação no caso da vacina indiana Covaxin.

O relatório final foi encaminhado nesta segunda-feira, 31, à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal. A PF também afirmou que não viu necessidade de tomar o depoimento de Bolsonaro por ter concluído que não houve crime.

Receba nossas atualizações

Relacionadas

De acordo com o Código Penal, prevaricação é o crime cometido pelo agente público que retarda ou deixa de praticar ato de ofício para satisfazer interesse próprio.

As investigações têm como base os depoimentos dados à CPI da Covid pelo funcionário do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda e pelo irmão dele, o deputado Luis Miranda (DEM-DF).

Os irmãos disseram que se encontraram com Bolsonaro no Palácio da Alvorada e relataram suspeitas de irregularidades envolvendo as negociações para aquisição da Covaxin.

Depois de o caso vir à tona, o contrato de compra com a Precisa Medicamentos, representante da farmacêutica Bharat Biotech, foi suspenso e, em agosto de 2021, foi cancelado, sem que nenhum dinheiro tenha sido desembolsado.

O delegado William Tito Schuman Marinho disse que, mesmo que Bolsonaro tenha incorrido na hipótese de “omissão”, a conduta “se aproximaria mais de uma ausência do cumprimento de um dever cívico, mas não de um desvio de dever funcional”.

“Não está presente o ato de ofício, elemento constitutivo objetivo imprescindível para caracterizar o tipo penal incriminador”, escreveu.

A PF afirma que a investigação mirou somente se Bolsonaro cometeu ou não o crime de prevaricação. Os investigadores dizem que as supostas irregularidades na compra da Covaxin não foram o objeto da apuração.

Leia mais sobre:

11 comentários
  1. Serafim Dos A. Castro Neto
    Serafim Dos A. Castro Neto

    É o caso das Invoices erradas q a menina da Precisa explicou tão bem. O problema naquela CPI é q ninguém conhece nada sobre comércio exterior. Faz bem a PF de não perder tempo com isso.

  2. Washington Oliveira
    Washington Oliveira

    Que tipo de polícia investigativa é essa, prevaricação em ordem de cívica e não dever de ofício funcional. Que lei é essa. O Bolsonoro é um inconsequente, estúpido e incauto, comwte crimes diversos. Presidente pária, vergonha nacional.

    1. liberlive
      liberlive

      Washington Oliveira
      Pária és tu! Seu verme beócio e energúmeno! Insolência de esquizofrenia essa a sua!

  3. Maciel Gomes
    Maciel Gomes

    A pf aparelhada diz que embora tenha havido omissão é somente uma falha cívica do bozzo ao não denunciar o esquema de corrupção na compra superfaturada da covaxin. Que direito é esse??? Que buraco profundo nos metemos!!!

    1. liberlive
      liberlive

      Maciel Gomes
      Seu beócio… fique aí perdido na confusão mental que estás metido!

  4. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    O que resta dessa CPI do Cangaço?. Nada, tanto que o criminoso Renan quer abrir outra. Quanto político inútil neste pais.

  5. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Essa balbúrdia toda para chegar a essa conclusão. Mas a meu ver, o Bolsonaro pecou por ter recebido esses dois vagabundos no palácio que, pelo desenrolar dos acontecimentos, só queriam armar uma arapuca para incriminá-lo. Pouco tempo antes, quem tentou isso e não conseguiu foi o tal do Kajurú. Então é isso, recebe vagabundo é porque joga no mesmo time. Gambá cheira gambá.

  6. Errol Bicalho
    Errol Bicalho

    Brilhante conclusão. Parabens a PF qto desperdício fe tempo e dinheiro público. Vacina jamais foi comprada pelo governo federal e tanto9 deputado qto seu irmão deveriam ser indiciados e presos por falsa acusação, pois n mostraram um unico documento q provasse o que estavam falando na ocasião.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.