publicidade
Política

Bolsonaro afirma que não pode mais socorrer os Estados

Para o presidente, é necessário que os governadores deem início à reabertura gradual da economia; ele deve sancionar hoje o socorro de R$ 60 bilhões

O Presidente Jair Bolsonaro durante o Lançamento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares – PECIM | Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Para o presidente, é necessário que os governadores deem início à reabertura gradual da economia; ele deve sancionar hoje o socorro de R$ 60 bilhões

bolsonaro afirma que não pode mais socorrer estados
O Presidente Jair Bolsonaro durante o Lançamento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

O presidente Jair Bolsonaro declarou ontem que o socorro a Estados e municípios no valor de R$ 60 bilhões é uma das últimas oportunidades concedidas em razão dos altos gastos pelo governo federal .

Receba nossas atualizações

De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, o déficit público para este ano já passou dos R$ 600 bilhões. Sendo assim, uma hora a conta terá de ser paga pelos pagadores de impostos.

“Nós não podemos continuar socorrendo Estados e municípios que devem, de forma racional, começar a abrir o mercado”, afirmou, em frente ao Palácio da Alvorada, residência oficial.

Bolsonaro se comprometeu a sancionar nesta quarta-feira, 27, o auxílio aos entes federativos. Além disso, o presidente observa que, caso o isolamento social permaneça em vigor, as pessoas ficarão cada vez mais pobres.

“O que está acontecendo em muitos pontos do Brasil é que o pobre está ficando miserável e a classe média, pobre. Temos de abrir. Os governadores e prefeitos têm de buscar uma maneira de voltar a atividade próxima da normalidade”.

Coronavoucher

Desde semana passada, está em discussão a continuidade do auxílio-emergencial de R$ 600. No entanto, por causa do alto valor da medida, o Ministério da Economia avalia estender programas sociais mais baratos, como o Bolsa Família.

Portanto, entre as possibilidades está a de que o coronavoucher continue, mas em valor reduzido, de aproximadamente R$ 200 em mais três parcelas adicionais. Atualmente, o benefício custa R$ 45 bilhões todo mês.

Enquanto isso, partidos de esquerda pressionam para tornar o auxílio uma política permanente. Nesse cenário, o déficit público pode saltar para R$ 1 trilhão neste ano.

Leia mais: Auxílio-emergencial vai sobreviver à pandemia?

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.