Segundo despacho da operação Sangria, autorizada pelo STJ, a revendedora de vinhos FJAP recebeu mais de R$ 2,9 milhões, o que demonstra lavagem de dinheiro

Dos R$ 2,9 milhões pagos pelo governo do Amazonas para a compra de respiradores para a adega FJAP, R$ 2,2 milhões foram parar numa conta no exterior, num claro indício de lavagem de dinheiro.
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Os dados foram obtidos pela operação Sangria, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e levado à frente pela Polícia Federal e pela Procuradoria Geral da República no Estado.
O repasse ao exterior foi feito à Jalusa Incorporation, empresa que chegou a vencer licitação para fornecer os equipamentos ao governo amazonense, mas nunca chegou a entregá-los.
Proprietário da PJAP, Fábio José Antunes Passos, disse que a operação seria pagamento pela importação dos respiradores. Contudo, a Jalusa não realizou exportações desse tipo de material para o Estado, segundo a Receita Federal.
A operação Sangria já levou à detenção da secretária de Saúde do Amazonas, Simone Papaiz e até mesmo o governador do Estado, Wilson Lima já teve um pedido de prisão negado pelo STJ.





































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Uns assassinos corruptos incompetentes que querem tirar o corpo fora e por a culpa no Governo Federal.
Vai reclamar com o Bispo!
O STF tirou a autoridade do Presidente, o Presidente mandou rios de dinheiro, e agora? A culpa é de quem???????? Cadê o dinheiro????
Falcatruas em.plena pandemia: crueldade colossal. Prefeitos e governadores mostrando sua mesquinhez e alta dose de desumanidade. Lamentável
Vai sair muito coelho desse mato!