A Petrobras enviou um comunicado interno aos empregados em que incentiva a realização ou a atualização da autodeclaração de identidade de gênero nos sistemas.
Em uma das telas do cadastro, o funcionário se depara com a opção “Masculino”, que aparece identificada como “obsoleta”, sendo substituída por categorias como “Homem Cis”, “Homem Trans”, “Mulher Cis”, “Mulher Trans” e “Travesti”.
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O informativo, encaminhado pelo Comitê de Diversidade e Inclusão da empresa em maio deste ano, convida os colaboradores a preencherem informações sobre etnia racial e identidade de gênero.
Conforme o texto, a iniciativa busca ampliar o conhecimento acerca do perfil da força de trabalho e fortalecer ações de diversidade e inclusão.
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A mensagem informa ainda que o preenchimento da autodeclaração é “fundamental para o acesso a oportunidades de desenvolvimento de carreira”. Entre os exemplos citados pela estatal estão “processos seletivos exclusivos para algumas funções e oportunidades internas” e programas de mentoria voltados à formação de lideranças.
“As informações fornecidas são tratadas com confidencialidade e responsabilidade, em conformidade com a legislação vigente, e utilizadas exclusivamente para fins estatísticos e de gestão de pessoas”, afirma o texto.
Cadastro da Petrobras

Imagens do sistema corporativo obtidas pela reportagem mostram que o campo destinado à identidade de gênero apresenta a seguinte descrição: “Trata-se da percepção individual de gênero de cada pessoa”.
A Petrobras também afirma que a autodeclaração racial possui previsão legal e auxilia a empresa a “dar mais visibilidade à diversidade da força de trabalho”, além de fortalecer grupos considerados historicamente sub-representados.
Nota da estatal
Com a palavra, a Petrobras:
“O campo de autodeclaração de identidade de gênero foi inserido no cadastro de empregados(as) da Petrobras em dezembro de 2021, quando a Comissão de Valores Imobiliários (CVM) passou a cobrar das empresas a informação de identidade de gênero nos relatórios. As atualizações estão alinhadas à linguagem de mercado referente à diversidade nas empresas e às indicações do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, do qual a Petrobras é signatária. A informação de identidade de gênero é autodeclarada e não é obrigatória.
A classificação “masculino” está mantida na autodeclaração de identidade de gênero com o acréscimo dos termos “masculino – homem cisgênero” e “masculino – homem transgênero”.
Os processos seletivos de ingresso na Petrobras não admitem qualquer distinção, inclusive de gênero, e os programas de desenvolvimento da companhia são pensados e direcionados para todos os empregados.
A Petrobras realiza suas admissões de forma isonômica por meio de processo seletivo público e possui um plano de cargos que não admite qualquer distinção”.
Leia também: “A Petrobras virou woke”, reportagem publicada na Edição 209 da Revista Oeste
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A culpa é de uma presidente fraca de conhecimento , fraca de caráter ,fraca de liderança e fraca. O comando da empresa
Gente sem ter o que fazer inventa coisas completamente fora de questão – sera que tico e teco ainda pensaam?
PQP. Tem que privatizar urgentemente
Não é possível!
Essa gente não deve ter o que fazer, só pode.
EXATAMENTE ISSO…. gente sem nada p fazer inventa.
O Brasil oficializando a estupidez esquerdionda.
A reconquista deste país será dura, muito dura.
Ridículo