Ter um político de peso para disputar a Presidência da República? Fazer o máximo possível de governadores de norte a sul do país? Lutar para ter uma das maiores bancadas no Senado Federal? Nenhuma dessas alternativas representa o principal plano do Partido Social da Democracia Brasileira (PSDB) para as eleições gerais do ano que vem.
Novamente sob comando de Aécio Neves, que voltou ao cargo de presidente nacional da sigla neste mês, os tucanos trabalham, desde já, para ampliar a bancada de deputados federais. O objetivo é dobrar o número de parlamentares na Casa, ou seja, saltar dos atuais 13 para 26 — ou algo próximo disso.
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No Estado de São Paulo, por exemplo, o PSDB estima eleger dois ou três deputados federais. Com o diretório estadual tendo o ex-prefeito de Santo André (SP) Paulo Serra como presidente, o partido reforça a postura de não se aliar nem ao PT nem a aliados diretos do ex-presidente Jair Bolsonaro, como é o caso do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). Serra também é o primeiro-vice-presidente nacional da sigla, sendo o braço direito institucional de Aécio
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Para o Rio de Janeiro, colégio eleitoral em que sempre patinou e sofreu com falta de lideranças, o PSDB também almeja eleger dois deputados federais no ano que vem.

O objetivo é bem mais modesto em relação ao histórico do PSDB. O partido já conduziu o governo federal por oito anos, com os dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso na Presidência da República, e rivalizou com o PT no cenário nacional por mais de duas décadas.
Ainda de olho na composição do legislativo federal, os tucanos podem lançar a candidatura da hoje deputada distrital Paula Belmonte na disputa por uma das cadeiras na Câmara como representante do Distrito Federal. Recém-filiada ao partido, ela, entretanto, é apresentada como pré-candidata a governadora.
Federação do PSDB com o Cidadania
Outro ponto em discussão no PSDB é a federação com o Cidadania. À coluna, interlocutores do tucanato disseram que a federação, formada em 2018, deverá chegar ao fim.
Um dos fatores para o possível desfecho da federação é o imbróglio jurídico envolvendo o Cidadania. Na Justiça, dois grupos tentam assumir o comando do partido.
Se o grupo do ex-deputado Roberto Freire ter êxito, a parceria com o PSDB deverá prosseguir, mas de outra forma. Em vez de federação, o Cidadania será incorporado à legenda tucana.

Caso Freire perca o comando do Cidadania, as duas legendas seguirão caminhos distintos no cenário político brasileiro.
Leia também: “O Brasil diz não ao PT”, reportagem publicada na Edição 238 da Revista Oeste
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Brasileiros vamos nos unir para dizimar nas urnas: PSDB, PT, PSOL, e outros Comunas.😜🤪🤗😜
É mais fácil ressuscitar a múmia do faraó Tutancâmon do que essa desgraça aí.