Um misto de alívio com a sensação de estar do lado certo da história e de que mais ações podem ocorrer. É assim que o deputado federal Junio Amaral (PL-MG) define a sua reação à notícia de que a Igreja Católica, por meio da Arquidiocese de São Paulo, decidiu punir o padre Júlio Lancellotti.
Na manhã desta terça-feira, 16, o cardeal dom Odilo Scherer proibiu o pároco de transmitir missas por meio da emissora TVT e do site ICL Notícias, veículos de comunicação alinhados ao PT e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Além disso, o padre está proibido de atuar nas redes sociais.
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A punição de Lancellotti se dá um mês depois da denúncia feita pelo parlamentar. Ao lado da mulher, Marília Feliciano, o deputado entregou documentos à Embaixada do Vaticano, em Brasília. O pedido de investigação contra o religioso ocorreu em novembro.
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O dossiê em mãos do Vaticano reúne denúncias de assédio sexual e proselitismo político contra o sacerdote. Entre os casos está o do jornalista Cristiano Gomes, que acusa Lancellotti de tê-lo assediado sexualmente em 1987, quando ele tinha 11 anos.
“Sentimento de dever cumprido”, diz Amaral à coluna, sobre a decisão da Arquidiocese de São Paulo contra Lancellotti. “Mas as penas deveriam ser medidas mais severas.”
Mulher de Junio Amaral acredita em Lancellotti excomungado
Para que a possibilidade de punições contra Lancellotti sejam mais severas, Marília, que faz questão de se apresentar como católica, avisa que o trabalho seguirá. Isso tanto no âmbito religioso, com encaminhamento ao Vaticano de eventuais novas denúncias, quanto na esfera criminal, acionando o Poder Judiciário brasileiro.
“Faremos o refinamento das denúncias, inclusive na esfera cível criminal”, afirma a mulher de Junio Amaral. “Não o denunciamos por ser um padre petista. Ele pode votar em quem quiser. A denúncia é por causa de crimes e de ações que vão contra os valores da Igreja Católica.”
Marília, por fim, acredita que o caso deve ter como desfecho a expulsão de Lancellotti das funções de sacerdócio. “Tenho a certeza de que ele será excomungado.”
Leia também: “Papado em reflexão”, artigo de Ana Paula Henkel publicado em artigo 266 da Revista Oeste
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Esse canhalha comunista, traidor de sua fé católica, sujeitinho ligado a traficantes da extinta cracolândia em São Paulo, tem que acabar excomungado e encarcerado. Fez da igreja católica seu escudo para praticar o mal. Talvez o lula fique triste, mas as pessoas de bem ficarão contentes.
digo, “canalha”
As crianças ….filhos das MÃES MALUCAS que levam aos cultos na Moóca/Belenzinho….levam na toca do lobo …
AGRADECEM aos nobres deputados de MG….JÁ que as Ordens e Grupos Católicos originais..Nunca fizeram tal solicitação!
CONIVENTES!?!
centro DOM BOSCO!
Instituto Plinio Correia de Oliveira!
ARAUTOS do Evangelho…são perseguidos por um “bispo das trevas” Dom Avis…
Dentre muitas outras ordens e instituições…AJAM!
NÃO SE ACOVARDEM com essa ESCÓRIA da CNBB…
FORA teologia da libertação..demoníaco!
Detalhe!!
Muitas dessas mães doentias…São dos 3 estados do Sul viu…80%….trazendo seus querubins….COMO podem haver Pais desse tipo!?! COMO!?
Via tarde! Tchau querido.
Não haverá problema para esse safado, pois o desemprego para a companheirada, é zero.
Com certeza. Se for excomungado, deve ganhar um ministério ou cargo de assessor da jãnjinåciä.