O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou desbloquear os bens do adestrador de cães José Éder Lisboa, 57, que morreu na Argentina. Ele havia sido condenado a 14 anos de prisão, em virtude do 8 de janeiro.
Lisboa faleceu em 27 de março de 2025, no Hospital Samic Iguazú, em Puerto Iguazú.
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Ao receber a certidão de óbito, o juiz do STF declarou extinta a punibilidade do homem.
Por isso, o ministro também ordenou o desbloqueio de uma casa e um carro em nome dele, que vão ficar para a família.
Além disso, Moraes declarou o encerramento da execução penal e determinou o arquivamento do caso.
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José Eder

Conforme a advogada do falecido, Carolina Siebra, ele vinha tratando um problema de saúde.
Inicialmente, Lisboa recebeu medicamentos para botulismo, doença neurológica causada pela toxina da bactéria Clostridium botulinum.
Posteriormente, contudo, descobriu-se que tinha síndrome de Guillain-Barré.
Durante o depoimento à polícia à época da prisão, Lisboa disse que foi a Brasília em uma van fretada com outras 11 pessoas de São Carlos (SP).
O adestrador disse que se manifestava pacificamente contra a corrupção e a falta de transparência nas urnas eletrônicas.
Leia também: “A moça do batom”, reportagem publicada na Edição 317 da Revista Oeste
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Tá vendo só ! Como são injustas as publicações que criticam o pobre do juiz. Olha como ele é justo e caridoso.