Durante a tradicional mensagem natalina desta quarta-feira 24, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, destacou o desejo coletivo dos ucranianos pela morte do líder russo, Vladimir Putin, mas ressaltou que, ao buscar apoio espiritual, o pedido central da população é a paz para o país.
Zelensky recordou antigas tradições, afirmando que “desde os tempos antigos, os ucranianos acreditam que, na noite de Natal, os céus se abrem”.
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“E se você contar seu sonho a eles, certamente ele se realizará”, afirmou. “Hoje, todos compartilhamos um sonho. E fazemos um pedido para todos nós. ‘Que ele pereça’, cada um de nós pode pensar”, declarou o presidente, sem citar diretamente Putin.
“Mas, quando nos voltamos para Deus, é claro, pedimos algo maior”, continuou. “Pedimos paz para a Ucrânia. Lutamos por ela. E rezamos por ela. E a merecemos.”
Zelensky também desejou harmonia às famílias e alegria às crianças, celebrando a importância da fé, dos presentes e dos milagres durante o Natal.
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Plano de paz
No mesmo dia, Zelensky apresentou uma proposta preliminar de paz, apoiada pelos Estados Unidos e composta por 20 pontos, que pode servir de base para negociações com a Rússia.
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O documento, que está em discussão entre Ucrânia e EUA, sofreu alterações em relação à versão anterior, que continha 28 itens.
Zelensky condena ataques de Putin na véspera de Natal
Em publicação nas redes sociais, nesta quinta-feira, 25, Zelensky condenou ataques das forças russas realizados nesta quarta-feira 24.
“Infelizmente, mesmo na véspera e durante a noite de Natal, o exército russo não cessou seus ataques brutais contra a Ucrânia, visando nosso sistema energético e nossa população”, disse o presidente da Ucrânia. “Há apagões em muitas de nossas cidades e vilarejos. Hoje, em plena luz do dia, as tropas russas estão mais uma vez atacando as cidades do nosso leste, e em Chernihiv.”
“Continuaremos a combater a guerra e a agressão russa de todas as formas possíveis, defendendo as nossas vidas, as vidas dos ucranianos e as vidas de todas as pessoas que sofrem porque esta guerra ainda está em curso”, continuou.








































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