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Presidente de Israel lamenta ataque contra judeus em Sydney: 'Antissemitismo assola Austrália'

Isaac Herzog disse que 'inúmeras vezes' apelou ao governo australiano para tomar medidas 'contra a enorme onda de antissemitismo' naquele país

Isaac Herzog
Isaac Herzog, presidente de Israel | Foto: Reprodução/Instagram

O presidente de Israel, Isaac Herzog, lamentou o ataque contra judeus durante uma celebração religiosa neste domingo, 14, em uma praia em Sydney, na Austrália. Ao menos 12 pessoas morreram. Herzog lembrou que constantemente cobrou o governo australiano contra o antissemitismo crescente naquele país.

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“Nossos corações estão com nossos irmãos e irmãs judeus em Sydney que foram atacados por terroristas cruéis enquanto se dirigiam para acender a primeira vela de Chanucá”, escreveu Herzog. “Acabei de falar com David Ossip, presidente do Conselho Judaico de Deputados de Nova Gales do Sul, que discursava no evento quando o ataque a tiros começou. Transmiti, em nome de toda a nação de Israel, nossas condolências às famílias enlutadas e nossas orações pelos feridos.”

Presidente de Israel fala do antissemitismo na Austrália

O presidente de Israel, Isaac Herzog, também disse que “inúmeras vezes apelamos ao governo australiano para que tome medidas e lute contra a enorme onda de antissemitismo que assola a sociedade australiana”.

Ele finalizou a postagem com a afirmação de que “nossos pensamentos e orações estão com a comunidade judaica de Sydney e com toda a comunidade judaica australiana neste momento terrível”.

O ataque contra judeus na Austrália

Doze pessoas morreram e várias outras ficaram feridas em um ataque contra judeus neste domingo, 14. O tiroteio aconteceu durante uma celebração do feriado judaico de Chanucá, que atraiu centenas de pessoas ao local. A polícia prendeu um dos suspeitos e baleou o outro, que morreu no local.

Testemunhas relataram cenas de caos na famosa praia australiana, enquanto turistas e banhistas tentavam escapar das balas. A polícia e equipes de resgate chegaram rapidamente ao local para prestar socorro às vítimas, enquanto sirenes e tiros eram ouvidos à distância.

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1 comentário
  1. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    Esses islâmicos pensam que estão na idade média. Os comunistas acham que estamos em 1917.

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