O passaporte da vacina tem de ter prazo de validade de nove meses para quem quer viajar. É o que defendeu a Comissão Europeia da União Europeia (CE) nesta quinta-feira, 25, conforme noticiou a agência de notícias Bloomberg.
Os 27 Estados-membros devem adotar a regra em 10 de janeiro. Em resolução interna, a CE justificou a medida em razão do “aumento de novos casos de coronavírus” nos países da união aduaneira.
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A ideia é que, à medida que a imunidade das vacinas anticovid-19 diminua, o passaporte da vacina expira. A CE avalia ainda a possibilidade de exigir doses de reforço dos imunizantes depois que o documento perder a validade.
A CE também recomendou que os países podem exigir testes adicionais depois da chegada, quarentena ou auto-isolamento. As propostas irão agora para os Estados-membros decidirem sobre a aprovação.
Além disso, a partir de 10 de janeiro, a CE solicitou que os países reabram suas fronteiras para pessoas vacinadas com imunizantes aprovados pela Organização Mundial da Saúde, entre eles, a CoronaVac.
Protestos contra o passaporte da vacina
Conforme noticiou a Revista Oeste, a população da Holanda, da Áustria, da Espanha e da Itália tem protestado contra as medidas de isolamento social desde o início deste mês. Entre as reivindicações está o fim do passaporte sanitário.
Leia também: “O escândalo do passaporte sanitário”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 58 da Revista Oeste
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