A Organização das Nações Unidas (ONU) enfrenta uma grave crise orçamentária. Uma das causas é a suspensão, inclusive por parte dos Estados Unidos (EUA), seu maior financiador, de pagamentos à entidade. Contribuições obrigatórias também foram congeladas. Mas não foram só os EUA. De 193 países, 81 estão com repasses atrasados, por diversos motivos.
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No caso dos EUA, o argumento é, segundo o governo, a falta de eficiência em alcançar os objetivos de equilíbrio geopolítico, atribuída à entidade. O The Washington Post informou que o presidente Donald Trump determinou uma revisão completa de todos os fundos norte-americanos ainda não liberados e já resgatou cerca de US$ 1 bilhão, com planos de novos cortes.
A Casa Branca justificou que a ONU é “ineficiente” e que os recursos devem ser realocados para prioridades de segurança nacional.
Segundo Foreign Policy, diplomatas de países como China, Cuba, Rússia, Irã, Venezuela, Eritreia e Catar estão aproveitando o vácuo financeiro para reduzir investigações de abusos de direitos humanos e moldar a agenda da ONU a seus interesses.
Durante reuniões em Genebra, propuseram limitar auditorias sobre tortura, crimes de guerra e perseguição a dissidentes. Phil Lynch, diretor do International Service for Human Rights, afirmou: “Os países estão usando a crise de liquidez como oportunidade para empurrar suas agendas”.
O impacto da diminuição das receitas se reflete em cortes no orçamento regular de 2026, redução de milhares de postos de trabalho e transferência de operações de Nova York e Genebra para cidades mais baratas, como Nairóbi.
A Assembleia-Geral desta semana, que celebrou os 80 anos da entidade, em Nova York foi marcada por discursos sobre migração, refúgio e conflitos, incluindo Gaza. Cerca de 150 países reconhecem formalmente o Estado palestino.
Secretário-geral da ONU
Ainda segundo The Washington Post, a paralisia do Conselho de Segurança se intensifica com vetos recorrentes, especialmente em resoluções sobre Gaza. Para o secretário-geral António Guterres, o momento é de “águas turbulentas, com divisões geopolíticas crescentes, conflitos em escalada, impunidade avançando, o planeta superaquecendo e novas tecnologias sem controle”.
Leia mais: “ONU apura falhas técnicas em discurso de Trump”
Entre cortes orçamentários e disputas de poder, a ONU busca se reinventar com a reforma administrativa UN80, que pretende reduzir sobreposições e modernizar a estrutura, mas depende da colaboração dos países-membros. Para o secretário-geral da ONU, António “Guterres resumiu: “os Estados precisam levar a sério e entregar resultados”. Ele completou. “Não podemos continuar fingindo que é possível fazer mais com menos.”






































Daqui a muito pouco tempo, Nairobi vai ficar caríssimo para sediar a ONU.
Isto é bom, pois a ONU acabaria de vez…!
ONU é so um sindicato cujos donos sao a elite EUROPEIA pra estorquir dinheiro de seus membros e implantar agendas que eles querem
Agenda woke… Alarmismo climático… A pataquada dos ODS… Fecha logo aquilo.
O importante é minar financeiramente está rede mundial e Woke, este monstro reflexo da Escola de Frankfurt e pautas insanas.
ONY, OMS, OMC, UNESCO, OIT, etc…. e também tem a OTAN que os Estados é o maior contribuinte. Se Trump também sair da OTAN, o Putin vai entrar a cavalo em Paris.
Cabidão Internacional de emprego, ao melhor estilo latino americano. Melhor fechar uns 90% de tudo aquilo. Nada resolve mesmo.