Autoridades da ONU e dos Estados Unidos estão apurando possíveis falhas técnicas que afetaram o discurso de Donald Trump na Assembleia-Geral da ONU, depois de denúncias feitas pelo presidente norte-americano em rede social. Os eventos, considerados suspeitos por Trump, envolvem parada inesperada de uma escada rolante, mau funcionamento do teleprompter e problemas no sistema de áudio do auditório.
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A missão diplomática dos EUA em Nova York solicitou explicações detalhadas à organização, enquanto a ONU declarou oficialmente, na terça-feira 23, que uma investigação minuciosa já foi iniciada. Segundo nota do porta-voz Stéphane Dujarric, um videógrafo da delegação dos EUA pode ter ativado acidentalmente um mecanismo de segurança da escada rolante ao registrar a chegada de Trump e da primeira-dama Melania.
Detalhes técnicos e esclarecimentos sobre os incidentes
De acordo com Dujarric, “uma investigação subsequente, incluindo uma leitura da unidade central de processamento da máquina, revelou que a escada rolante havia parado depois que um mecanismo de segurança embutido na placa de pente foi acionado no topo da escada rolante”. O porta-voz destacou ainda que “o mecanismo de segurança foi projetado para evitar que pessoas ou objetos sejam acidentalmente presos, presos ou puxados para dentro da engrenagem”.
Sobre o teleprompter, a ONU esclareceu que a operação do dispositivo esteve sob responsabilidade da Casa Branca, não da organização. Durante o discurso, Trump também afirmou que o som do auditório estava desligado, o que obrigou os ouvintes a recorrerem aos fones de ouvido dos tradutores para acompanhar sua fala.
“O sistema de som foi projetado para que os participantes pudessem ouvir os discursos traduzidos para seis idiomas através de fones de ouvido”, afirmou a ONU.
Trump aponta sabotagem e investigações continuam
No Truth Social, Trump descreveu os episódios como “muito sinistros”. “Não foi uma coincidência, foi uma sabotagem tripla na ONU”, escreveu. “Deveriam se envergonhar.” Em seguida, Trump acrescentou: “Exijo uma investigação imediata”, além de pedir a prisão dos supostos responsáveis.
A apuração tenta determinar se houve de fato uma ação coordenada de sabotagem, como alega Trump, ou se os problemas ocorreram por coincidência técnica. Tanto a ONU quanto o Serviço Secreto dos EUA continuam conduzindo suas investigações para esclarecer o caso.
Leia também: “A anistia inevitável”, artigo de Augusto Nunes e Branca Nunes publicado na Edição 255 da Revista Oeste






































Fizeram merda@.
Agora o rabicó tá tão apertadinho que não passa nem sinal de wi fi.