A China rejeitou as acusações dos EUA de que produtos exportados pelo país seriam fabricados com trabalho forçado. A declaração veio depois de o governo de Donald Trump anunciar a intenção de impor novas tarifas a 60 parceiros comerciais, incluindo o Brasil.
+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste
Receba nossas atualizações
Segundo o relatório divulgado pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), a China e outros países, incluindo o Brasil, teriam falhado em impedir a entrada e a circulação de mercadorias produzidas sob condições consideradas abusivas, o que justificaria uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos.
Pequim, no entanto, negou as acusações. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Mao Ning, rejeitou as acusações e afirmou que a questão está sendo usada para justificar novas restrições comerciais.
“Não existe trabalho forçado na China, e nos opomos a que isso seja usado como desculpa para manipulação política”, declarou a representante do governo chinês.
O governo chinês também disse que divergências econômicas e comerciais devem ser resolvidas por meio do diálogo e da cooperação, argumentando que medidas unilaterais e novas barreiras tarifárias prejudicam o comércio global. Segundo Pequim, uma escalada nas tensões comerciais não beneficia nenhuma das partes envolvidas.
As novas acusações surgem poucos dias depois de Trump retornar de uma visita oficial à China, onde se reuniu com o ditador comunista, Xi Jinping.
Durante o encontro, os dois líderes discutiram a ampliação do acesso de empresas norte-americanas ao mercado chinês e o aumento dos investimentos chineses nos Estados Unidos, em uma tentativa de fortalecer os laços econômicos entre as duas maiores economias do mundo.
Redação Oeste, com informações do Estadão Conteúdo






































Todo chinês mente muito , russos também !