Ao final da audiência de custódia do ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua mulher, Cilia Flores, nesta segunda-feira, 5, o juiz Alvin K. Hellerstein, da Justiça Federal de Nova York, marcou uma nova audiência para 17 de março.
Maduro se declarou inocente das acusações de narcoterrorismo e tráfico de drogas. Cilia Flores também se declarou inocente.
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O casal compareceu ao tribunal sob escolta armada. Maduro responde a quatro acusações, incluindo conspiração para importação de cocaína e posse de metralhadoras e equipamentos destrutivos.
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Segundo a promotoria norte-americana, o ex-ditador teria comandado uma rede internacional de tráfico de drogas, com vínculos com os cartéis mexicanos Sinaloa e Zetas, a guerrilha colombiana das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia e a quadrilha venezuelana Tren de Aragua.
Desde o início das investigações, Maduro nega qualquer envolvimento. Ele alega que as acusações seriam justificativas para interesses estrangeiros sobre as reservas de petróleo da Venezuela.
Os agentes levaram Maduro de um centro de detenção no Brooklyn até o tribunal, em Nova York, com as mãos amarradas. Ele voltou para a cadeia depois da audiência desta segunda-feira.
Para o governo norte-americano, o processo reforça a política do presidente Donald Trump de intensificar o combate ao narcotráfico e à imigração irregular. Se condenado, Maduro pode receber pena de 30 anos de prisão ou até prisão perpétua.
Ação criminosa de Maduro teria se iniciado há 25 anos
A acusação aponta que a atuação de Maduro no tráfico começou em 2000, quando ele ingressou na Assembleia Nacional da Venezuela, e se estendeu até sua eleição à Presidência em 2013, depois da morte do ditador Hugo Chávez.
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Uma nova denúncia, divulgada no sábado 3, incluiu Cilia Flores e outros nomes entre os corréus.
A denúncia envolve Nicolás Ernesto Maduro, filho do ditador; o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello; o ex-ministro Ramón Rodríguez Chacín; e Héctor Rusthenford Guerrero Flores, chefe da facção Tren de Aragua.
Leia também: “O fantasma que ainda ronda o mundo”, artigo de Flavio Morgenstern publicado na Edição 303 da Revista Oeste









































Em breve vão marcar é a data da cadeira elétrica.
FORAM AVISADOS. A VELHA IMPRENSA NÃO SE SUSTENTA COM O APOIO DOS SEUS ASSINANTES E BUSCA NO LULA FLUXO DE CAIXA POR PERDEREM ASSINANTES. A BAND SE CONTENTA COM MIGALHAS, ENQUANTO A GLOBO COME METADE DA VERBA DE PUBLICIDADE DO DESGOVERNO. POIS É…
“ Após ação na Venezuela, Lula vê risco de interferência dos EUA nas eleições” BAND, LULA, PT, STF, TSE, velha e venal imprensa, onde vocês estavam nas Eleições de 2022 que não viram o pessoal do Presidente BIDEN por aqui, comandado pela Diplomata Victoria Nuland, Departamentos de Estado e Justiça, NSA, CIA, FBI, Generais do Tio Sam coagindo Generais Melancianos, tipo o G. Dias? Onde vocês da BAND estavam que não viram estranheza no “ ENGASGO “ do sistema de APURAÇÃO dos votos pela SMARTMATIC, que depois do longo “ENGASGO” o Lula que estava bem atrás na contagem dos votos apareceu como “VENCEDOR” da Eleição com margem de 1%, o mesmo estratagema da Eleição DILMA X AÉCIO? Vocês da BAND, por venal conveniência não perguntaram aos Diplomatas brasileiros se eles não estranharam as movimentações muito à vontade do pessoal do BIDEN, Victoria Nuland à frente de muitas ações e muitos dólares gastos para obterem 1% dos votos? A ruína de vocês da BAND é o reflexo das suas ações servis. “Para diplomatas brasileiros, a ação vai além de uma mudança de regime ou de interesses ligados ao petróleo do país vizinho e sinaliza um novo reposicionamento estratégico de Washington na América Latina” Quer dizer então, BAND, que se o TRUMP mandar alguém aqui tomar o pulso da situação será INTERFERÊNCIA NA SOBERANIA, mas com o pessoal do BIDEN foi em DEFESA DA DEMOCRACIA? BAND, Pedro Malasartes faria melhor que vocês. Pelo menos o Pedro é mais engraçado.