O Brasil venceu o Egito neste sábado, 6, em Cleveland, por 2 a 1, no último amistoso antes da estreia na Copa do Mundo. O jogo foi movimentado, mas, mesmo tendo sido um teste, deixou contundido o lateral-direito Wesley, que saiu de campo abatido na metade do primeiro tempo. Os gols foram marcados por Bruno Guimarães, aos 6 minutos do primeiro tempo, Zico (do Egito, em homenagem ao craque brasileiro), aos 10, e Endrick, aos 6 da etapa final.
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Uma das qualidades apresentadas pelo Brasil no primeiro tempo foi a marcação por pressão. Bruno Guimarães, Raphinha e Paquetá foram eficientes na função. Desta maneira, depois de ser pressionado por Raphinha, Lashin perdeu a bola no meio e, acionado pelo próprio Raphinha, Bruno Guimarães tocou no canto e fez 1 a 0.
No gol de empate egípcio foi a vez de Marquinhos, que já mostrou dificuldades na saída de bola, tocar para trás, sem olhar. A bola foi para Zico que conduziu e tocou por baixo de Alisson: 1 a 1.
A partir de então, o Brasil teve mais iniciativa. O Egito buscava novamente explorar as costas dos volantes, mas, desta vez sem êxito. A marcação brasileira se encaixou melhor, muitas vezes com o recuo de Bruno Guimarães e com as trocas de posição entre Marquinhos e Ibañez, que se deslocava para a zaga central. Ibañez, aliás, fez boa partida.
Paquetá iniciou bem, armando jogadas e aproveitando os espaços. Em alguns momentos, protegeu a bola como um jogador de futsal, com controle e inteligência. Mas, ao perceber a boa movimentação do criativo meia, o Egito fechou o setor, com os volantes Lashin e Attia se revezando na marcação por zona.
Rapinha também iniciou como meia. Com o setor mais congestionado, procurou recuar para acionar Vinícius Jr. em velocidade. Isso ocorreu aos 25. Em rápido contra-ataque, ele deu passe milimétrico para Vini Jr invadir a área com espaço e finalizar diante do goleiro, que evitou o gol. Em seguida, foi a vez do próprio Raphina, chutando para defesa do goleiro, e Igor Thiago, que teve dificuldades em se livrar da marcação, perderem chances.
Brasil no segundo tempo do amistoso
No segundo tempo, com mudanças por atacado no Brasil, Raphinha foi o único a ser mantido. Mas mudou o posicionamento, da meia para a parte esquerda do ataque. Desta maneira, passou a dar trabalho para o lateral Yasser, com jogadas de linha de fundo. Endrick, bem colocado, já deu trabalho desde o início da etapa final. Aos dois, chutou para fora. Mas aos seis, aproveitou passe de Raphinha pela esquerda para chutar, de lado, e fazer 2 a 1.
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O Egito então passou a tomar mais a iniciativa, para recuo do Brasil em busca dos contra-ataques. Tirando um chute perigoso de Zizou, bem no final, o time quase não ameaçou. Foi quando apareceram bem Luiz Henrique, em arrancadas pela direita, Fabinho, protegendo os zagueiros, Léo Pereira, que entrou com segurança, e Raphinha, nesta nova função.
Danilo, que substituiu Wesley, foi muito bem. Neste segundo tempo, o maior destaque foi o bom posicionamento defensivo do Brasil, que se prepara para enfrentar o Marrocos, no próximo sábado, em sua estreia na Copa do Mundo de 2026.






































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