Depois de um ataque com mísseis atingir a embaixada dos Estados Unidos em Bagdá nesta sexta-feira 13, o governo norte-americano pediu neste sábado, 14, que todos os seus cidadãos que estão no Iraque saiam do país o quanto antes.
O aviso veio em meio ao aumento dos riscos de novos ataques contra alvos ligados aos EUA na região.
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O comunicado da embaixada destaca que milícias aliadas ao Irã vêm conduzindo ações armadas contra cidadãos e instalações norte-americanas em diversas áreas do Iraque, incluindo a Região do Curdistão iraquiano.
“Milícias terroristas alinhadas ao Irã têm incentivado e realizado ataques indiscriminados contra cidadãos e alvos dos EUA em todo o Iraque”, afirmou a embaixada. “Cidadãos norte-americanos devem deixar o país agora.”
Agravamento da situação
No alerta, também foi enfatizado que os norte-americanos não devem buscar refúgio nem na embaixada em Bagdá nem no consulado-geral em Erbil, devido ao perigo contínuo de ataques com mísseis, drones e foguetes no espaço aéreo do país.
A Zona Internacional, no centro de Bagdá, está fechada, exceto em casos muito restritos, e há relatos de ataques próximos ao aeroporto de Erbil e ao consulado norte-americano local.
O governo dos EUA reforçou o alerta de Nível 4, recomendando que nenhum cidadão viaje ao Iraque por causa do terrorismo, sequestros, conflitos armados, instabilidade interna e limitações na assistência consular.
“Não viaje para o Iraque por qualquer motivo”, diz o comunicado. “Saia agora se você estiver lá.”
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Alternativas para deixar o país
Apesar do fechamento do espaço aéreo e da suspensão dos voos comerciais em Bagdá, ainda existem rotas terrestres disponíveis para países vizinhos, como Jordânia, Kuwait, Arábia Saudita e Turquia, segundo a embaixada norte-americana.
Leia também: “A imprevisibilidade da guerra”, artigo de Adalberto Piotto, publicado na Edição 313 da Revista Oeste









































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