O café, bebida apreciada em diversos países, ganha destaque nesta quarta-feira, 1º, com a comemoração do Dia Internacional do Café, estabelecido pela Organização Internacional do Café (OIC) e reconhecido pelos Estados membros da entidade.
Muitos países celebram seus próprios dias nacionais da bebida em várias datas ao longo do ano. Em março de 2014, a OIC decidiu criar um dia único de celebração para os amantes do café em todo o mundo.
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Segundo a OIC, o objetivo da celebração é “oferecer uma oportunidade para os amantes do café compartilharem seu amor pela bebida e apoiarem os milhões de agricultores cuja subsistência depende da colheita”.
A OIC lançou uma campanha com o slogan “Café, seu ritual diário, nossa jornada compartilhada”, para conscientizar o público sobre a colaboração no setor cafeeiro e como ela pode inspirar ações coletivas em escala global.
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Para ampliar o alcance da mensagem, a organização criou um site que oferece uma visão abrangente da campanha deste ano, reunindo informações e recursos para engajar diferentes públicos.
Entre os materiais disponíveis estão vídeos, pôsteres e cartões-postais, todos traduzidos em diversos idiomas, que ilustram exemplos concretos de parcerias e cooperação ao longo da cadeia produtiva da bebida.
A iniciativa visa a mostrar que a colaboração vai muito além do que normalmente se percebe, abrangendo desde produtores e cooperativas até distribuidores e baristas.
Outras datas celebram a paixão pelo café
O calendário conta com outras datas dedicadas ao produto. No Brasil, parte da população também marca o chamado Dia Mundial do Café em 14 de abril, embora a ocasião não tenha reconhecimento internacional.
Além disso, há o Dia Nacional do Café, instituído pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) em 2005, celebrado em 24 de maio, data que representa o início da colheita na maioria das regiões do país.
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Nos arquivos mantidos pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (Usda) sobre a safra global, por exemplo, o Brasil lidera o ranking de produtores desde os primeiros registros. E eles começam em 1960, ou seja: há mais de 60 anos.
Contudo, a Abic afirma que o domínio do país sobre esse mercado é ainda mais antigo. Segundo essa instituição, no fim do século 19, o controle mundial já era brasileiro.
Leia também: “O café brasileiro fala inglês, não mandarim”, artigo de Evaristo de Miranda, publicado na Edição 282 da Revista Oeste









































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