Paixão nacional, o café tem um dia mundial para chamar de seu: 14 de abril. A data é motivo de comemoração para o Brasil — afinal, o país é a nação mais importante do mundo quando o assunto é esse grão.
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Graças à contribuição dos agricultores locais, há mais pés de café no mundo do que pessoas. São 8 bilhões de pés, apenas no território nacional.
O Brasil é o maior produtor da cultura no planeta. Quatro de cada dez cafezinhos servidos no mundo foram feitos com grãos colhidos em solo brasileiro. A exportação se tornou um grande negócio para o agro nacional.
Café: um grande negócio para o Brasil
Em 2024, por exemplo, os embarques brasileiros do grão renderam US$ 11,4 bilhões. E não é de hoje que os cafezais ajudam a manter a economia do país ativa.
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Um dos principais endereços de São Paulo, a Avenida Paulista, é um dos frutos da elite cafeeira. Ela foi fundada no fim do século 19. Na época, o cultivo do grão vivia uma de suas melhores fases. Não por acaso, vários grandes produtores construíram palacetes na então nova avenida e em seus arredores.
A própria concepção da Avenida Paulista se deve a alguém que entendia muito de café: Joaquim Eugênio de Lima, o engenheiro-agrônomo que a projetou. Há, inclusive, uma estátua em sua homenagem no Parque Trianon — uma área verde com cerca de dois hectares, cravada no coração desse importante cartão-postal. Mas, por ali, a preferência é por plantas nativas. Portanto, nada de cafezais.
Apesar de o café ter dado tão certo no Brasil, a planta não é nacional. Sua origem remonta às imediações da Etiópia, no leste da África. Contudo, as primeiras mudas chegaram ao país no século 18, antes mesmo da independência de Portugal.





































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