Uma pesquisa realizada pela CB Consultora Opinión Pública revelou que Nayib Bukele, presidente de El Salvador, aparece na liderança do ranking de aprovação entre os chefes de Estado da América Latina, à frente de Javier Milei (Argentina), que perdeu posições em relação ao levantamento anterior.
Em fevereiro, Bukele alcançou 72,6% de aprovação popular, enquanto sua desaprovação chegou a 24,8%.
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Mesmo com as críticas às suas recentes decisões econômicas — especialmente em relação ao uso do bitcoin e à postergação da reforma da previdência, seu índice de apoio permanece elevado.
Especialistas ouvidos pela Bloomberg alertaram que a relação entre El Salvador e o Fundo Monetário Internacional (FMI) pode se deteriorar, tanto pela adoção do bitcoin, apesar das advertências, quanto pelo adiamento de mudanças no sistema de pensões.
Riscos econômicos e relação com o FMI
Apesar das inquietações econômicas, 43,6% dos entrevistados avaliaram o governo Bukele como “muito bom”, enquanto 6,4% o classificaram como “muito ruim”.
Claudia Sheinbaum (México) aparece em segundo lugar na pesquisa, com 68,5% de aprovação e 29,9% de rejeição.
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Daniel Ortega (Nicarágua) ficou na terceira posição, com apoio de 62,1% e desaprovação de 35,1%.
No entanto, a Nicarágua está entre os piores países em qualidade democrática, ocupando o 144º lugar entre 151 países, conforme relatório do Instituto Internacional para a Democracia e Assistência Eleitoral (IDEA).
Na sequência aparecem Luis Abinader (República Dominicana), com 54,8% de aprovação e 41,1% de rejeição; e Rodrigo Chaves (Costa Rica), com 53,2% de aprovação e 43,3% de desaprovação, completando o grupo dos cinco mais bem avaliados.
Desempenho de outros líderes latino-americanos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva surge com 49,2% de aprovação e 47,5% de rejeição, superando Rodrigo Paz (Bolívia), que tem 48,8% de apoio.
Javier Milei, que já liderou a avaliação sul-americana em dezembro, agora registra 46,8% de aprovação na Argentina.
O governo Milei enfrenta uma greve geral contra a reforma trabalhista, que paralisou grande parte do país na quinta-feira 19. Ao mesmo tempo, a Câmara dos Deputados discute o projeto de mudanças na legislação trabalhista, sob protestos de diversos setores.
Entre os presidentes com menor aprovação estão Nasry Asfura (Honduras), com 43,4%; Gabriel Boric (Chile), com 43,2%; Santiago Peña (Paraguai), com 42,9%; e Yamandú Orsi (Uruguai), com 40,7%.
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Na parte inferior do ranking aparecem Gustavo Petro (Colômbia), com 38,3%; Daniel Noboa (Equador), com 36,8%; Bernardo Arévalo (Guatemala), com 34,9%; e José Jerí (Peru), já destituído, com 32,8% de aprovação.
Os piores índices de aprovação ficaram com José Raúl Mulino (Panamá), que registrou apoio de 31,6% e rejeição de 64,7%; e Delcy Rodríguez (Venezuela), líder interina, com apenas 23,7% de aprovação e 72,7% de desaprovação.
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 15 de fevereiro, ouvindo 22.487 pessoas, com amostras entre 2.004 e 2.630 entrevistados por país, margem de erro entre 1,9% e 2,2% e nível de confiança de 95%.









































Ah, se o B05til tivesse um macho com colhões como o Bukele no comando, a nação poderia voltar a se chamar Brasil novamente.
Ele foi corajoso e determinado para fazer uma faxina. E fez. Não olhou se os corruptos tinha gorra militar, ou toga, ou braço tatuado… Colocou a escória na cadeia e foi preciso construiu mais prisões de segurança máxima. Limpou as ruas. Higienizou as instituições. O que precisa ser feito no Brasil.